Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Vindima na Bairrada com qualidade semelhante à mítica colheita de 1980

CVB muito satisfeita com os resultados

Terminada que está a vindima na Bairrada, a Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) entende ser tempo de se fazer o balanço, que “poderemos afirmar, sem qualquer dúvida, ser muito positivo”.

De acordo com a Comissão Executiva da CVB, a quantidade das uvas, sendo menor do que a média dos 350 mil hectolitros verificada nos últimos 10 anos, é contudo um pouco superior à do ano passado, designadamente no que se refere aos vinhos brancos, em cerca de 10%.

Para a CVB este foi um ano com excepcionais características climatéricas, que conjugaram condições pouco frequentes de temperaturas atmosféricas e condições dos solos, que proporcionaram “vinhos espumantes, rosados, brancos e tintos com um equilíbrio de maturação e acidez (frescura) verdadeiramente notáveis”.

“Parece não ser desadequado dizer-se, como consta, que provavelmente esta colheita de 2009 terá sido a melhor verificada na região depois da já longínqua e mítica colheita de 1980”, frisa a CVB.

 

 

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Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

Bairrada com vindima de excelência este ano

Vindima deve chegar aos cerca de 350 mil hectolitros

Depois de no ano de 2007 e de 2008 ter havido uma reduzida produção, de acordo com a Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) é muito promissora a próxima vindima na Bairrada.

A nascença dos cachos foi moderada, designadamente no que diz respeito às castas tintas e o ano vitícola tem corrido do ponto de vista climático muito favorável, sem problemas fito-sanitários, tudo indicando que se irá proceder a uma vindima de muita qualidade.

Neste momento as castas tintas encontram-se na fase do “pintor”, o que quer dizer que estão já alguns bagos dessas castas a adquirir a sua coloração definitiva.

As castas brancas, no geral mais temporãs, deverão começar a ser vindimadas a partir dos meados do mês de Agosto.

Quanto às tintas, apenas deverão começar a ser vindimadas já no decorrer do mês de Setembro, sendo normal que essa vindima entre bem pelo mês de Outubro.

Como nota final, a CVB acredita que se aguarda uma “vindima de quantidade normal, dentro da média habitual dos cerca de 350 mil hectolitros, mas de excelente qualidade, derivado também às novas plantações efectuadas nos últimos anos com castas seleccionadas”. (Foto: Ana Jesus Ribeiro)

 

 

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Domingo, 16 de Novembro de 2008

Bronca da semana

Adega Cooperativa de Vilarinho do Bairro pode estar em pré-falência

A Adega Cooperativa de Vilarinho do Bairro corre risco de fechar portas. A notícia já não representa novidade para as gentes da freguesia, principalmente para os viticultores, que de acordo com o presidente da Direcção, Manuel Seabra, contribuíram este ano para prejudicar a situação, por terem entregue as uvas que produziram noutros operadores de mercado, muitos deles privados, que devido à falta de produção pagaram as castas a preços bastante convidativos.

Por seu turno, os produtores queixam-se do valor que lhes foi pago pela última campanha, de 2006, na casa dos 8/9 cêntimos por quilograma (kg) de uvas, argumentando que têm de olhar pela vida, caso contrário “mais vale abandonar as vinhas”, dizem.

Filipe Neto, do lugar da Poutena, freguesia de Vilarinho do Bairro, é sócio da Adega Cooperativa há cinco anos. Admite que a crise na viticultura tem-se agravado desde 2005, não se verificando problemas apenas com a Adega de Vilarinho, mas com outras por todo o país. Aponta 2006 como um ano “péssimo”, com uvas fracas, de graduação inferior a 10 graus, o que levou a que o vinho não tivesse tanta qualidade e houvesse mais dificuldades em vendê-lo.

“A situação agrava-se porque ficam por vender milhões de litros de vinho de anos maus, como foram 2005 e 2006, porque as uvas foram muito más. Cerca de 75% da produção de 2006 tinha menos de 10 graus! Estas castas não podem dar um vinho de qualidade, o que obriga a Adega a pagar menos pela matéria-prima”, explica Filipe Neto.

Diz desconhecer a situação de pré-falência da Cooperativa da qual é sócio e argumenta: “A Cooperativa de Vilarinho tem vinho em stock, que dá para pagar o que deve à banca. A situação de crise que se vive é que é preocupante”.

No entanto, Filipe Neto, que este ano continuou a levar as suas uvas à Adega - contrariamente a muitos associados -, defende que para haver viabilidade os sócios têm de o fazer, porque “se deixam de levar para lá as uvas é muito mau! Está agora a vender-se vinho a mais do dobro do ano passado, mas muitos sócios não entregaram uvas, porque foram mal pagas. Só que esqueceram-se que esse pagamento foi relativo a um ano mau, e que as uvas não podiam ser mais bem pagas”. O associado frisa: “Além de tudo isto, esses sócios esquecem-se que estão a pôr em causa a Adega e quem lá ficou”.

 

“É diferente pagar pouco de não pagar”

Filipe Neto sublinhou que a Adega de Vilarinho tem tudo pago com os sócios. E diz que é “diferente pagar pouco de não pagar”. Os sócios “devem lutar. Todos temos necessidades, mas também temos de defender o que é nosso”.

Manuel Joaquim Coelho tem 70 anos. É natural do lugar da Pedralva, freguesia de São Lourenço do Bairro, mas reside em Vilarinho, onde tem cerca de dois hectares de vinha. Porque em outros locais pagavam as uvas a melhor preço do que na Adega de Vilarinho, mesmo sendo associado, e porque entendeu que se estava a prejudicar, não as levou para a Cooperativa. “Mas é difícil arranjar onde as aceitem. Não é em qualquer lado”, afirma.

A esposa de Manuel, Maria Ducília Ferreira, vai lembrando que as uvas que têm entregue têm para cima de 10, 11 e 12 graus. E que o preço que está a ser pago pela Adega é demasiado baixo para “uvas boas”.

Manuel Coelho conta que este ano quase não se viam engaços na Adega de Vilarinho. Mas se “continuam a vender vinho, porque nos pagam tão mal?”, questiona. “Quem vive da agricultura assim não se safa. Nem é pelo trabalho que temos nas vinhas, porque é a família que as trata e faz a vindima. Acabamos por não gastar. Mas o sulfato é muito caro. E receber algum dinheiro acaba por ser importante para pelo menos pagar o nosso sacrifício”, adianta.

Abel Jesus, 85 anos, residente em Vilarinho do Bairro, é mais um associado que lamenta a situação da Adega Cooperativa de Vilarinho do Bairro. Tem 1982 pés, que plantou em 1992. Lembra que há sete anos pagavam tudo no mesmo ano e que em 1996 pagaram 63,25 escudos por kg. “Agora pagam muito menos... E naquela altura tudo era mais barato! Eu continuo a levar para lá as uvas porque somos quatro famílias a fazer a vindima e como é o tractor do meu cunhado (Manuel Coelho) que leva tudo, não há grandes gastos. Doutra forma seria incomportável”, explica.

Abel Jesus diz que a Adega pagou o ano de 2006 e que para o fazer teve de pedir dinheiro à banca, como Manuel Seabra informou. “Mas o vinho tem saída e se o vendem, será que o fiam todo?”, questiona o associado, dizendo que se a Adega deixar de pagar, abandona a vinha. “Eles têm é de se mexer, para evitar o que aconteceu este ano e não deixarem fugir mais gente”.

 

Manuel Seabra dá explicações

De acordo com Manuel Seabra, cerca de 30% dos associados “fugiram da Adega”, porque houve privados a precisar de comprar uvas e a oferecer preços “elevadíssimos, por haver uma quebra muito grande na produção deste ano”.

O dirigente esclarece que “este património é dos sócios. E com isto só o prejudicaram. Há anos mais rentáveis, outros menos. É necessário perceber isto. Eu aceitei vinho em 2006 que era muito fraco. Entre 6 e 9,9 graus recebemos 75% da produção nesse ano. Entre 10 e 13 graus recebemos apenas 25% e com mais de 13 graus 0,22% da produção total em 2006”.

O valor base que foi pago nesse ano foi de 8/9 cêntimos, sendo que, de acordo com Manuel Seabra, foram valorizadas em 10% as castas com mais de 10 graus; em 20% as castas entre 11 e 12 graus e em 30% as castas com mais de 13 graus.

“Houve quem abandonasse a vinha. Mas muitos associados fugiram, porque lhes ofereceram mais dinheiro e não houve discernimento para ver que estavam a prejudicar a própria casa”, sublinhou o dirigente da Adega de Vilarinho.

De acordo com Manuel Seabra, a perspectiva de venda para este ano é boa: “Vendemos tudo e não chega, precisamente por não nos terem entregue uvas nesta campanha. Teremos assim de vender mais em garrafa e menos a granel”.

Quanto à pré-falência, Manuel Seabra falou de uma auditoria que está ainda a decorrer, pedida pela Direcção, antes do dia 2. “Os primeiros resultados mostram que há viabilidade. Mas se os sócios continuam sem entregar uvas e a fugir, a falência é o caminho mais certo. Depende deles”, admite o dirigente.

 

Eleições dia 30 de Novembro

A última Assembleia-Geral, que teve lugar a 2 de Novembro, tinha como objectivo realizar eleições para os novos órgãos dirigentes da Adega. Tal não foi possível, porque ninguém apresentou listas. Desta forma, foi marcada nova sessão, desta vez extraordinária, para o dia 30 de Novembro, para eleger os novos órgãos sociais.

Manuel Seabra, há 21 anos à frente da Adega, disse que não vai voltar a candidatar-se, garantindo que não vai apresentar alguma lista, a não ser que seja “forçado a fazê-lo”. E deixa um recado: “Quem gosta de falar e criticar a Adega de Vilarinho é que devia ter a coragem para apresentar uma lista no dia 30”. (Foto: Davide Silva)

 

 

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Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008

Promoção da Bairrada

“Bairrada Tour” recebe lisboetas

Com o objectivo de promover a gastronomia e vinhos Bairrada, realizou-se no dia 20 a primeira iniciativa denominada “Bairrada Tour”, que recebeu lisboetas.

Com um programa turístico elaborado pela Rota da Bairrada, os visitantes tiveram oportunidade de visitar da parte da manhã o Complexo Desportivo de Anadia e o Museu do Vinho Bairrada, tendo neste último espaço a oportunidade de ver as várias exposições patentes, bem como o magnífico espólio e salas temáticas.

O almoço tipicamente bairradino - com a cabidela e o leitão assado no espeto, como pratos fortes da ementa -, realizou-se nas Caves Solar de São Domingos, o qual foi antecedido da respectiva visita guiada.

Após o “repasto”, o grupo seguiu para os vinhedos de Paredes do Bairro e São Lourenço, para terminar na Quinta do Encontro, também com uma visita guiada. Neste caso os visitantes puderam ver o trabalho na adega, após a vindima.

A visita terminou com o tradicional “flute” de espumante, servido na varanda da nova adega, última oportunidade para contemplar a paisagem vinícola, que ficou na “retina” de todos.

O balanço desta primeira iniciativa foi positivo, com um dia dedicado à promoção da Bairrada. “Vamos voltar de novo, quer em grupo, quer individualmente com as nossas famílias”, disseram os lisboetas.

 

 

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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Sete pintores dão vida à maior tela sobre o vinho em Anadia

Artistas plásticos pintam 7,20 metros de comprimento e dois de altura

A maior tela criada até hoje em Portugal, com a temática do vinho, mede 7,20 metros de comprimento e dois de altura. Foi pintada ao ar livre, junto às vinhas contíguas ao Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, onde vai ficar exposta. Os autores são sete artistas plásticos, oriundos de Lisboa, Porto e da Região Centro do país.

A pintura, colectiva, foi feita em simultâneo durante as seis horas de emissão em directo do programa “Festa das Vindimas”, da RTP1, transmitido no dia 19, do Museu do Vinho Bairrada.

A iniciativa tratou-se de uma parceria desenvolvida entre a galeria aveirense Nuno Sacramento e o museu. Foi o galerista Nuno Sacramento que convidou os sete artistas, todos com trabalho desenvolvido a nível nacional e internacional: Alexandre Baptista, Carla Faro Barros, Rita Melo, Júlio Pires, Elizabeth Leite, Gustavo Fernandes e Duma.

Relativamente a esta última (Duma), a sua próxima exposição individual será na Galeria Nuno Sacramento, inaugurada dia 4 de Outubro.

 

Pintar durante seis horas

A pintura teve início pelas 10 horas e terminou às 18 horas, quando acabou o programa da RTP1. Cada um dos sete artistas plásticos ocupou o seu espaço, com pouco mais de um metro.

“Alguns interligaram os estilos, fazendo o cruzamento das diversas linguagens”, explicou Nuno Sacramento. O galerista lembrou que os sete participaram na exposição/concurso “Sua Majestade - O Rei”, que esteve patente no Museu do Vinho Bairrada até ao último domingo, dia 21. “Seleccionei-os porque acredito neles. São todos jovens, mas com um currículo muito sólido, todos representados internacionalmente em feiras como a Art Madrid ou a Arte Lisboa”, garantiu, referindo tratarem-se de valores emergentes da arte contemporânea nacional.

Pedro Dias, director do Museu do Vinho Bairrada, lembrou que a maior tela criada em Portugal com o mesmo tema está também ali, naquele espaço museológico. Foi pintada pelas mãos do mestre Mário Silva, intitula-se “O Espírito do Vinho” e mede sete metros. A intenção da iniciativa do dia 19 foi superá-la (a nova tela colectiva mede mais 20 centímetros), e simultaneamente dignificar “o vinho enquanto produto ao qual a região está estreitamente ligada”, explicou Pedro Dias.

 

Pintar em directo e em público

Para os sete artistas, à iniciativa esteve inerente um desafio. Aliás, vários: o de pintar em directo para a televisão, com muita gente a assistir, que não despregou os olhos dos sete; um tempo limite de execução; sol; calor e a presença de outros pintores.

Alexandre Baptista, vencedor do concurso/mostra “Sua Majestade - O Rei”, disse, depois de concluir o seu trabalho, que esta foi a primeira experiência do género. Admite ter sido “um teste”, porque não gosta de “pintar em público, nem com barulho”. Prefere um ambiente fechado, com silêncio. Mas foi “um desafio, que me levou a aceitar este convite colocado pelo Nuno Sacramento”.

Visivelmente satisfeito, diz ter sido “um dia de trabalho diferente”, servindo também para “reencontrar outras pessoas”.

Alexandre Baptista apresentou um trabalho onde uma vez mais a ironia é a sua grande força: “Ironicamente abordo o consumo desmedido de álcool por nós, portugueses, que não percebemos o prejuízo que muitas vezes nos pode causar”.

É uma pintura/objecto, com a apropriação de um cálice de vidro. O título - “Take your glass of wine. Drink and your might get fucked.” -, é em inglês, uma característica de Alexandre Baptista, “que permite uma dualidade de leitura, tornando a obra mais universal”, explicou o autor.

Carla Faro Barros adorou a experiência, queixando-se apenas do calor. “Foi um retrocesso aos tempos da escola, onde havia um intercâmbio de ideias e partilha de opiniões entre todos”, refere. “Mais uma pinga e há um bêbado à espera que caia uma gota de vinho do céu” é o título do seu trabalho, uma cara bem vermelhusca, a três dimensões. (Foto: Davide Silva)

 

 

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Sábado, 6 de Setembro de 2008

Vindimas 2008 na Bairrada

Mais qualidade para este ano

A Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) acredita que a qualidade das vindimas, na Região da Bairrada, este ano, pode vir a revelar-se melhor que a do ano passado, sobretudo “naqueles casos em que o viticultor se mantém vigilante nos trabalhos da vinha e desde que as condições climatéricas até final da colheita não causem surpresas desagradáveis”.

À data de 1 de Setembro, a CVB fez uma avaliação da vindima na Bairrada, para fazer um primeiro prognóstico do que é esperado este ano.

Em termos de evolução das maturações, no que diz respeito às uvas brancas, de acordo com a CVB não parece haver atrasos na maturação relativamente ao ano anterior. Quanto às uvas tintas, ainda existem algumas dúvidas, embora a situação seja mais diferenciada consoante as castas.

 

Vindimas para os vinhos espumantes já começaram

De qualquer modo já começaram as vindimas de castas muito precoces (brancas e tintas), nomeadamente para vinhos espumantes.

Relativamente à quantidade, estimam-se perdas com algum significado, estimadas de início até 25% do ano passado, por motivo de chuvas à data da floração (fins de Maio e início de Junho), que afectaram as castas de abrolhamento mais precoce, nomeadamente a globalidade das brancas mas também algumas tintas.

Apesar disso e em termos globais, verifica-se agora que aquela quebra pode não ser afinal tão significativa quanto se estimou de início, devido talvez a uma disponibilidade hídrica relativamente favorável, que terá levado a que os cachos aparentem ser maiores este ano. Por outro lado, há que ter em atenção que existe também alguma quebra de produção que resulta de algum abandono recente das vinhas.

 

A qualidade

Ainda é muito cedo para se arriscarem previsões. A qualidade final depende de vários factores, sendo de destacar os cuidados do viticultor no acompanhamento da sua vinha ao longo do ano e, naturalmente, as condições atmosféricas, em particular nestas semanas finais de colheita. Mas a CVB pode, desde já, adiantar, no entanto, alguns aspectos que também interferem com a qualidade. São eles a carga, o clima ao longo do ano e as pragas e doenças.

A carga pode contribuir para uma qualidade global favorável, porque este ano, uma vez mais, também não é excessiva.

Já as condições climatéricas, até ao presente, foram favoráveis, nomeadamente no que respeita ao pintor (globalmente uniforme) e à maturação (não parece haver stresse hídrico, por não haver excesso de calor e as plantas sãs estão a laborar os fotoassimilados e, portanto, as uvas estão a amadurecer convenientemente).

Relativamente às pragas e doenças, segundo a CVB, ao que parece a incidência da traça da uva não foi demasiado significativa. Ao invés é preocupante a incidência de cigarrinha verde, o que pode levar à perda da funcionalidade da folha na produção de fotoassimilados e mesmo à sua queda precoce.

Há também casos de “black-rot”, que se podem confundir com outras doenças. Portanto, as pragas e doenças podem afectar significativamente a qualidade. Há que estar atento à podridão cinzenta e implementar as medidas culturais adequadas para a debelar, nomeadamente o arejamento do cacho, recorrendo inclusive à monda de alguns cachos, caso necessário. (Foto: Ana Jesus Ribeiro)

 

 

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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Bombeiros Voluntários de Anadia organizam actividade

Bairrada Vinhateiro BvTT 2008 – Vindimas TT

No âmbito das comemorações do 75º Aniversário dos Bombeiros Voluntários de Anadia, no próximo dia 14 de Setembro, esta associação convida a população a visitar o coração da Bairrada Vitivinícola em plena época de vindimas.

Podem participar de bicicleta BTT num percurso de 60 ou 30 quilómetros (km), ou ainda, numa corrida de atletismo com 17 km ou caminhada pedestre de 8 km, percorrendo as mais belas paisagens da Bairrada com passagem pelas vinhas e adegas mais emblemáticas do concelho de Anadia, onde os produtores darão as boas-vindas à sua paisagem.

 

Inscrições abertas

Com início e fim na Praça do Município de Anadia, o preço da inscrição para a prova de BTT é de 15 euros, caso o ciclista traga uma pessoa para a caminhada pedestre tem um preço especial de 6 euros. Para a inscrição na corrida de atletismo ou caminhada pedestre o valor é de 8 euros.

O valor da inscrição inclui seguro, banho quente, brindes a todos os participantes e almoço nas instalações dos Bombeiros Voluntários de Anadia.

Aos participantes é proposto um outro desafio: trazer de casa uma peça de roupa ou um brinquedo usados, que serão recolhidos pelos bombeiros e entregues à Santa Casa da Misericórdia de Anadia para serem distribuídos a crianças e famílias carenciadas.

Para mais informações consultar o website da associação em www.ahbva.com, onde pode ser feita a inscrição, o pagamento, bem como consultar o regulamento, a lista de participantes e o mapa com o percurso de BTT.

Passe um dia em convívio com os bombeiros! No final do almoço é proposto um último desafio: plantar no Monte Crasto diversos sobreiros e azinheiras, para rejuvenescer este magnífico local do centro de Anadia.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 08:20

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