Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Litério Marques distinguido com o Prémio “Mérito Desportivo”

Autarca anadiense foi a personalidade indicada pela Federação Portuguesa de Ciclismo

Litério Marques, presidente da Câmara Municipal de Anadia, foi distinguido com o Prémio “Mérito Desportivo” - Personalidade do Ano, pela Confederação do Desporto de Portugal, no passado dia 29 de Outubro, na 14ª Gala do Desporto, que decorreu no Casino do Estoril.

Subordinado ao lema “Acreditar na Formação”, as Federações das diferentes modalidades indicaram as personalidades/entidades que reuniam curricula merecedores da distinção deste prémio, pelo trabalho realizado em prol do desenvolvimento desportivo.

Assim, Litério Marques foi a personalidade indicada pela Federação Portuguesa de Ciclismo, como individualidade que mais contribuiu para o desenvolvimento e promoção desta modalidade, nomeadamente no papel que desempenhou perante as entidades envolvidas na concretização da construção do primeiro e único Centro de Alto Rendimento, do país, que servirá esta modalidade - Velódromo Nacional.

Recorde-se que o Centro de Alto Rendimento (CAR) de Anadia - Velódromo Nacional de Sangalhos foi inaugurado a 11 de Setembro último, pelo então ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira.

O equipamento é a única pista coberta de ciclismo no país - com 250 metros - e vai acolher outras modalidades como a esgrima, ginástica, judo, trampolins e desportos acrobáticos. O centro de estágio dispõe de 16 quartos duplos para 32 atletas, treinadores, técnicos desportivos e dirigentes e equipamento de preparação e recuperação de atletas.

Trata-se de um investimento que chega aos 12,2 milhões de euros, financiado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) em 70%, tendo tido o apoio do Instituto do Desporto de Portugal. A Câmara de Anadia investiu 2,8 milhões de euros.

Durante o seu discurso na inauguração do Velódromo Nacional, Litério Marques falou da “realização de um sonho”.

 

 

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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Urgências de Anadia regressam à última Assembleia Municipal

Após período da Ordem do Dia, deputados foram convidados a fazer balanço do mandato

O encerramento das Urgências do Hospital José Luciano de Castro de Anadia foram o tema dominante na sessão ordinária da Assembleia Municipal de Anadia do dia 30 de Setembro, a última do actual mandato, que serviu também para fazer um balanço destes quatro anos, assim como das alterações que foram processadas.

Foi João Morais, deputado da CDU, que tocou na ferida, lembrando que ao chegar ao final do mandato e de um ano de “aspirações de melhorias, chegamos à conclusão que há um compromisso que não foi cumprido”. O deputado foi mais longe, questionando Litério Marques, presidente da Câmara Municipal de Anadia, sobre a possibilidade do protocolo das Urgências ter sido negociado em “parceria”, reflectindo-se na construção do “Velódromo Nacional de Sangalhos ou no nó de ligação à A1”, que entretanto ainda não se concretizou.

Litério Marques começou por dizer que “a época é fértil para a imaginação e questionou João Morais sobre o porquê da população ter desmobilizado e parado com as acções de rua”. Lembrou que a ministra da Saúde, Ana Jorge, nunca reuniu condições para assinar o protocolo e que por isso mesmo nunca o assinou.

“A Consulta Aberta não passou de um engano, porque não tem a ver com o Hospital, mas sim com o Centro de Saúde de Anadia. E essa consulta vai fechar quando forem criadas as Unidades de Saúde Familiar”, advertiu o autarca.

Cardoso Leal, líder de bancada do PS, não gostou de algumas das palavras usadas por Litério Marques e lembrou que o Hospital “afinal até tem ganho consultas de especialidade e a Consulta Aberta tem funcionado em termos do agrado geral da população”, dizendo ao autarca que “alarmar nesta altura não fica bem”.

Prontamente, Litério disse não esperar outra coisa do deputado socialista, “por estarmos em período de campanha eleitoral. Quero também dizer que as consultas de especialidade não são para os anadienses. Só é cego quem não quer ver. Fomos penalizadios pelo PS nas Urgências. Interessa manter a Consulta Aberta no Hospital apenas para dizer que está aberto”.

 

Balanço do mandato

Depois do período de Ordem do Dia, cada líder de bancada foi convidado a fazer o balanço/avaliação do fim da legislatura.

António Cavadas, deputado independente, disse que este foi um “mandato francamente positivo”. Felicitou José Manuel Ribeiro, presidente da Assembleia Municipal de Anadia, “pela maneira subtil como dirigiu os trabalhos da mesa”.

João Morais reconheceu ter sido duro com algumas forças políticas, mas foi o “meu sentido de consciência”. O deputado da CDU enalteceu o trabalho de José Ribeiro, pela forma “corajosa como conduziu os trabalhos”. Também Cardoso Leal, que teve aqui a sua primeira experiência de política autárquica, admitiu ter servido para “muito aprender”, dizendo que José Ribeiro foi “exemplar” na condução dos trabalhos.

Do PSD foi José Veloso que falou, dando os parabéns a José Ribeiro pela forma “magistral como liderou as sessões”. Litério Marques disse que a democracia em Anadia funcionou, deixando um agradecimento a todos.

Por último, José Ribeiro disse sentir a “satisfação de dever cumprido e com a consciência tranquila”, referindo algumas alterações que ocorreram neste mandato: novo regimento; criação da Conferência dos Representantes dos Grupos Municipais, que reuniu mais de 30 vezes; delegações da Assembleia Municipal que se deslocaram às escolas para os Colóquios do 25 de Abril; alteração da distribuição dos tempos e organização de intervenções; clarificação das várias formas do uso da palavra; alteração da hora das sessões, que teve como objectivo possibilitar aos cidadãos uma participação mais activa; em relação às actas, prescindiu-se da sua leitura no início das sessões, informatização e transcrição de intervenções.

 

 

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Sábado, 19 de Setembro de 2009

Inauguração do Velódromo Nacional de Sangalhos cumpre sonhos antigos do Desporto

Investimento ultrapassa os 12 milhões de euros

O Centro de Alto Rendimento (CAR) de Anadia - Velódromo Nacional de Sangalhos foi inaugurado no dia 11, pelo ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira. O primeiro-ministro José Sócrates acabou por não estar presente na cerimónia. Mas Alves Barbosa, Carlos Lopes e Rosa Mota, velhas glórias do Desporto nacional, fizeram questão de presenciar a inauguração, que também contou com centenas de sangalhenses.

As primeiras pedaladas oficiais na pista coberta para ciclismo, com 250 metros, do Velódromo Nacional tiveram como protagonista o emblemático Alves Barbosa - vencedor da Volta a Portugal por três vezes -, que aos 77 anos de idade deu mostras de ter ainda muita energia para “dar e vender”.

Pedro Silva Pereira, que se fez acompanhar do secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, disse que com esta “nova casa do Desporto cumprem-se de uma só vez vários sonhos antigos do Desporto português”, sendo o primeiro deles “o sonho do ciclismo, que há muito ambicionava ter uma infra-estrutura desta natureza”. O governante lembrou que o ciclismo é uma modalidade com muitas tradições em Portugal e recordou Alves Barbosa mas também o falecido Joaquim Agostinho.

“O ciclismo há alguns anos parece não ter sido correspondido pelas políticas públicas. Mas este investimento vem mudar essa posição e simultaneamente dar à modalidade uma grande oportunidade de futuro, um virar de página”, o que para Pedro Silva vai levar ao aproveitamento da infra-estrutura para se lançar “noutra direcção. Porque de certeza que a Federação Portuguesa de Ciclismo saberá estar à altura deste enorme desafio, para também aqui realizar grandes eventos internacionais”.

 

Outras modalidades

O Velódromo Nacional de Sangalhos, única pista coberta de ciclismo no país, vai acolher outras modalidades: esgrima, ginástica, judo, trampolins e desportos acrobáticos.

“Trata-se de um CAR polivalente, ao serviço de cinco modalidades desportivas distintas, todas elas com tradições em Portugal”, defendeu Pedro Silva Pereira, realçando a importância deste “investimento de grande dimensão, ao serviço do desenvolvimento da economia”, por a sua construção ter dado “emprego e oportunidade de sobrevivência para muitas empresas” que participaram nas obras.

O CAR de Anadia constitui também, para o ministro da Presidência, “uma mais-valia ao serviço do desenvolvimento regional e da ligação estratégica entre Desporto e Turismo”. E por Sangalhos ser “uma terra de grandes tradições no ciclismo, fez todo o sentido ficar aqui”.

Litério Marques, presidente da Câmara de Anadia, estava emocionado e falou da “realização de um sonho”. Contudo, não deixou de recordar algumas das dificuldades sentidas durante todo o processo de construção, que durou cerca de dois anos.

O autarca aproveitou também a ocasião para solicitar a construção e o acesso directo à A32, “que possibilitará aliviar o trânsito caótico na EN1/IC2” e ainda o nó de ligação de Anadia à Auto-estrada do Norte (A1), situações “que continuam por solucionar e que afectam todo o progresso da nossa terra”.

 

Investimento superior a 12 milhões de euros

O Velódromo Nacional de Sangalhos trata-se de um investimento que chega aos 12,2 milhões de euros, financiado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) em 70%, tendo tido o apoio do Instituto do Desporto de Portugal. A Câmara de Anadia investiu 2,8 milhões de euros.

O equipamento agora inaugurado tem uma pista coberta para ciclismo com 250 metros - onde foram usados meio milhão de pregos - e uma área polivalente de 1100 metros quadrados. O centro de estágio dispõe de 16 quartos duplos para 32 atletas, treinadores, técnicos desportivos e dirigentes e equipamento de preparação e recuperação de atletas (ginásio, balneários, oficina, salas de aula, convívio e de reunião). (Galeria de fotos: Leiam a Imagem)

 

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Domingo, 17 de Maio de 2009

Velódromo Nacional de Sangalhos inaugura no próximo mês

Empreendimento vai trazer 60 novos postos de trabalho directos

O Centro de Alto Rendimento de Sangalhos - Velódromo Nacional vai ser inaugurado no próximo mês, “como estava previsto”, garantiu Litério Marques, presidente da Câmara Municipal de Anadia, durante uma visita realizada à obra, no dia 15.

Apesar do ciclismo ser a principal modalidade para a qual foi vocacionado o empreendimento, o autarca revelou que vão haver mais quatro: trampolim, esgrima, judo e ginástica acrobática, sendo que “só para a sua instalação e adaptação do espaço haverá mais um encargo previsível de um milhão e 400 mil euros”, informou Litério Marques.

O presidente da Câmara de Anadia explicou que a instalação das quatro modalidades implica a construção de mais um edifício para alojamento, anexo à pista, semelhante à infra-estrutura que vai receber o hotel.

“Será necessário ter mais espaço para dormitórios, porque estas modalidades vão certamente trazer inúmeras pessoas ao Velódromo Nacional. Hoje ainda é uma ambição, mas também parece ser uma certeza”, afirmou o edil, acrescentando que “o espaço que temos responde positivamente a esse tipo de modalidades, disputadas em recintos fechados. E se o Governo entendeu que seria uma mais-valia para a pista, aceitámos o desafio”.

A região ficará também dotada de um equipamento com valências especializadas e orientadas para a investigação, aperfeiçoamento e treino de praticantes de alto rendimento, promovendo a qualificação e o desenvolvimento das várias modalidades desportivas, segundo padrões de nível internacional.

 

Um “elefante verde” e que vai trazer 60 postos de trabalho

Questionado sobre a obra do Velódromo Nacional de Sangalhos ser o elefante branco do concelho - como é conhecida por muitos -, Litério Marques foi peremptório: “É um elefante verde, de esperança e laborioso, porque vai trabalhar e dar poder a esta zona do concelho. Fará funcionar o sector económico da região de forma muito positiva, criando 60 novos postos de trabalho directos”.

A gestão do Velódromo Nacional de Sangalhos está a ser protocolada com a secretaria de Estado do Desporto. Mas a Câmara Municipal de Anadia será a principal entidade gestora do empreendimento.

Para já foram adjudicadas obras no velódromo que rondam os 10 milhões de euros. Mas o orçamento total previsto, com o alargamento que será levado a cabo - devido às quatro novas modalidades e ao novo edifício -, pode atingir os 14 milhões de euros.

 

Obras continuam depois da inauguração

A inauguração do Velódromo Nacional de Sangalhos não vai impedir que as obras de alargamento do complexo continuem.

Os arranjos exteriores também vão ficar para o final de Junho.

O empreendimento além de receber o ciclismo de pista coberta e as quatro modalidades desportivas já referidas vai funcionar como um espaço multiusos, que possibilita a realização de outro tipo de eventos. “Todo o piso é amovível”, referiu Rui Rosmaninho, arquitecto responsável pela obra.

 

Velha pista será demolida

“Comenta-se o que se destrói, mas nunca o que se constrói. Vamos destruir a outra pista de Sangalhos, requalificar o espaço e dar-lhe um novo fim”, disse Litério Marques garantindo não esquecer quem esteve na génese da obra, “porque continuamos aqui a defender quem trouxe o ciclismo para Sangalhos”.

 

 

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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Assembleia Municipal de Anadia

Orçamento e Opções do Plano aprovados por maioria

O Orçamento e as Opções do Plano da Câmara Municipal de Anadia, para o ano de 2009, foram aprovados por maioria - com 27 votos a favor, três abstenções e cinco votos contra -, na sessão ordinária da Assembleia Municipal de Anadia, que teve lugar dia 29 de Dezembro.

Também o Orçamento e as Opções do Plano dos Serviços Municipalizados de Anadia, para 2009, foram igualmente aprovados por maioria, com 27 votos a favor e cinco abstenções, não tendo nenhum deputado votado contra.

Estes foram os últimos documentos a ser discutidos e votados antes das próximas eleições autárquicas, o que levou a Oposição socialista a criticar severamente o Orçamento, fazendo um “balanço negativo à política feita pelo PSD no concelho de Anadia”.

Litério Marques, presidente da Câmara Municipal de Anadia, na apresentação da proposta de Orçamento para a autarquia, disse ter sido questionado pela Oposição por tratar-se de um documento “igual aos outros”. E defendeu que “o anterior era bom, porque deu a possibilidade de poder fazer alguma coisa”.

“Cheguei a ter medo de não ter dinheiro para o Orçamento”, confidenciou Litério Marques, afirmando que apesar de tudo, o documento para 2009 ainda soma uma quantia superior à do ano transacto. “Já temos obras com financiamentos aprovados e outras em vias disso, que somadas dão exactamente esse número de 28 milhões de euros”.

Litério Marques garantiu não ter sido o Velódromo Nacional de Sangalhos o responsável pelos números do Orçamento, “porque estamos a pagá-lo todos os dias. A nossa parte, que corresponde à Câmara, está quase liquidada. E não queremos continuar a penalizar a autarquia. O dinheiro que vai chegar será para repor metade do que já pagámos e ainda fica a faltar outro tanto”, disse.

O edil anadiense referiu ainda que as várias obras, na maioria com números indicativos, devem-se ao facto de “não querermos criar problemas a fornecedores e empreiteiros. Como são situações que ainda estamos a tratar, não colocámos o valor da obra, mas sim números indicativos. Ainda não sei valores para alguns centros escolares. A regeneração urbana do centro urbano de Anadia é outro exemplo”.

 

Revisão orçamental

Litério Marques admitiu que ao colocar valores reais, “que o vão ser no futuro”, teria “quatro ou cinco milhões a mais”. E disse: “Preferimos fazer alterações orçamentais. Fazer a revisão, que a lei prevê, sempre que haja alteração de entrada ou saída de dinheiro”.

O autarca referiu também não haver razões para acusar o Orçamento como sendo de “política eleitoralista”, porque “é o que temos. Não esqueci as Juntas de Freguesia. Reforcei os subsídios, que muitas Câmaras Municipais nem sequer atribuem. Este é um orçamento de continuidade”, rematou.

Foi Cardoso Leal, da bancada do PS, que começou por tecer as primeiras críticas ao Orçamento para a Câmara, admitindo ser de continuidade e com “a mesma lógica de anos anteriores”, sendo essa a razão que levou a Oposição a criticá-lo e a votar contra.

 

Pouco investimento

“Em anos anteriores dissemos que esta Câmara Municipal investe pouco. Na questão do saneamento continuamos a ver as verbas serem reduzidas, com uma cobertura de 21% da população relativamente a ETAR’s, comparativamente aos 95% do concelho da Mealhada”, disse Cardoso Leal, baseando-se em números recolhidos do INE recentemente. “O atraso é significativo em relação aos concelhos vizinhos”, continuou.

O socialista prosseguiu com as críticas ao documento, falando agora das Zonas Industriais (ZI) e afirmando que neste campo o concelho “está atrasado, tanto em termos de captação de empresas como de emprego”.

Apesar de tudo isto, Cardoso Leal sublinhou que “as transferências de capital do Estado aumentaram de 17 para 19 milhões de euros, não tendo o Governo esquecido Anadia”.

Posto isto, Cardoso Leal disse que não seria possível modificar o sentido do voto (contra), que a bancada socialista tem sempre mantido. “Esta política, que tem sido levada a cabo pelo PSD local, tem deixado atrasar o concelho de Anadia em relação aos vizinhos”, acusou.

“Há um quadro com o nome de ‘Actividades mais relevantes para 2009’. Estava à espera de rubricas que enchessem o olho, mas verificámos apenas despesas de rubricas minúsculas... Isto é que são as actividades mais relevantes? Alguma coisa não está bem. O nosso voto é contra este Orçamento para 2009”, concluiu.

Da bancada socialista, também Álvaro Pereira disse que este documento foi “feito na linha dos anteriores, ligado ao que aconteceu no passado”. Admitiu que tanto o Velódromo Nacional como o centro escolar de Arcos são obras importantes. Mas que sendo 56% a receita de capital e 47% da despesa de investimento só para estas duas rubricas é “um exagero”. Sobre as transferências para as Juntas de Freguesia, Álvaro Pereira defendeu ser importante. “Mas desta vez foram mais 40%. E nos outros anos? Também não era importante?”, questionou.

 

Um orçamento a repetir pelo quarto ano consecutivo

Em resposta a ambos, Litério Marques frisou tratar-se de um Orçamento de “continuidade, que vamos tentar fazer pelo quarto ano. Vamos tentar segui-lo. Esta é a nossa política, não a vossa”.

O autarca disse que o PSD “não é melhor que os outros”, mas tem provado que este tipo de orçamentos “dá resultados na Câmara de Anadia”. Sobre as críticas ao aumento das despesas correntes com pessoal, Litério Marques justificou que só na área da Educação são 70 pessoas. “São despesas correntes que competiam ao Governo, que delegou nas autarquias. E somos nós quem tem de arcar com tudo”, explicou.

Em resposta a Cardoso Leal, o autarca disse que todos os dias andam três brigadas por administração directa a fazer saneamento no concelho. “E se não temos mais é porque o seu Governo ainda não abriu fundos comunitários para nos candidatarmos ao saneamento”.

António Silva, do PSD, lembrou que Litério Marques já se tinha pronunciado sobre as transferências de capital, considerando-as “presentes envenenados”, porque para haver ganhos “o Governo tinha de reduzir a responsabilidade das autarquias”, tomando como exemplo as transferências de competências.

O PSD votou favoravelmente, sendo o Orçamento para a Câmara aprovado por maioria, com 27 votos. O PS votou com cinco votos contra. João Morais (CDU), António Cavadas (CDS) e José Maria Ribeiro (PS) abstiveram-se.

Sobre o Orçamento e as Opções do Plano dos Serviços Municipalizados de Anadia, Litério Marques disse que o facto de não ter sido aprovado por unanimidade “não é suficiente para o desvalorizar. Trata-se de um Orçamento minúsculo, comparado com o da Câmara, é de fácil interpretação e está na base do que foi dito para o documento da autarquia”.

José Carlos Coelho (PS) falou com agrado da descida das horas extraordinárias, em 30%, “uma situação que já tinha sido aqui discutida”.

O Orçamento para os Serviços foi aprovado por maioria, com 27 votos a favor e cinco abstenções do PS.

 

 

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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Laurentino Dias vem a Anadia

Velódromo de Sangalhos já tem apoio do QREN

Laurentino Dias, secretário de Estado da Juventude e do Desporto, presidiu em Anadia, no domingo, dia 12, à assinatura do contrato de financiamento do Centro de Alto Rendimento (CAR) de Sangalhos - Velódromo Nacional, uma obra orçada em mais de 10 milhões de euros (incluindo IVA), financiada a 70% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e que deve estar concluída até final do mês de Julho de 2009.

De acordo com o governante, trata-se da primeira obra desportiva apoiada por fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN): “É a primeira obra de desporto apoiada pelo QREN. A rede de Centros de Alto Rendimento (CAR) começa a montar-se em termos reais. Não podia ser mais cedo porque só agora começamos a ter disponíveis fundos comunitários e sem eles não há rede de CAR”, explicou.

O contrato de financiamento foi assinado pela presidente da Comissão Directiva do Programa Operacional Temático de Valorização do Território (POVT), Helena Pinheiro de Azevedo, pelo presidente do Instituto do Desporto de Portugal (IDP), Luís Bettencourt Sardinha, e pelo presidente da Câmara Municipal de Anadia, Litério Marques.

 

Os valores 

O custo total da obra tem o valor de 10.153.201,28 euros, incluindo IVA. O montante máximo de comparticipação financeira a conceder pelo FEDER é de 6.653.554,85 euros, correspondente a 70% da despesa total elegível, que é de 9.505.078,36 euros. Também o IDP vai atribuir uma comparticipação financeira máxima de 5% do montante elegível.

A restante despesa necessária será assegurada por fontes de financiamento nacionais, a cargo da Câmara Municipal de Anadia.

Visivelmente satisfeito e aliviado, Litério Marques disse que falar hoje do Velódromo Nacional “já é fácil. Foi difícil é até aqui! Lançar a obra a concurso e em tempo recorde foi complicado”, referiu, acrescentando que a autarquia anadiense, “além de assumir a responsabilidade da obra, também quis ter a capacidade de ser ela própria a executar o projecto”.

 

O “lema das contas”

Litério Marques frisou que a Câmara Municipal de Anadia tem um lema: “O lema das contas. Tivemos a capacidade de neste momento ter tudo saldado com o empreiteiro, no tocante aos autos de medição. E podíamos continuar, mas o dinheiro da autarquia também não é elástico. Já começávamos a sofrer de ansiedade”, confessou.

O autarca destacou que Anadia merece a obra “pela sua história”, tal como Sangalhos. E Laurentino Dias partilhou da mesma opinião, referindo que “a decisão de fazer este CAR em Sangalhos é também da história de lá”, apontando o exemplo de Alves Barbosa. “Esta é a única infra-estrutura desta natureza a construir em Portugal”, garantiu o governante.

Após a cerimónia na Câmara Municipal de Anadia, o secretário de Estado visitou a obra de construção do Velódromo, acompanhado por autarcas, técnicos camarários e dirigentes desportivos, considerando a infra-estrutura “um equipamento de alto nível, para servir em primeiro lugar o ciclismo e mais uma ou duas modalidades desportivas”. No entanto, declarou ainda não estar decidido qual das modalidades acompanhará o ciclismo, aquando da entrada em funcionamento do CAR.

Rui Rosmaninho, arquitecto responsável pelo projecto e pela obra, disse que não havia em Portugal nenhum equipamento com estas características. “Fomos à Suíça ver como é um velódromo em termos funcionais”.

O Velódromo Nacional vai ter capacidade para cerca de 1200 espectadores de ciclismo, acrescendo outros mil, no piso inferior, reservado às restantes modalidades. O edifício tem cerca de 30 metros de altura, 118 de comprimento e 82 de largura. Utiliza a madeira como material primordial, não só na concepção da pista de ciclismo como também na cobertura.

 

 

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Domingo, 12 de Outubro de 2008

Velódromo Nacional de Sangalhos

Laurentino Dias visita obra hoje

Realiza-se hoje, dia 12, a partir das 14.30 horas, uma visita aberta à população em geral e à Comunicação Social, à obra do Velódromo Nacional, em Sangalhos, Anadia.

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, vai visitar a obra, que iniciou em Dezembro de 2007, e que foi protocolada, em cerimónia pública, no dia 19 de Maio, do mesmo ano, com a presença das mais altas individualidades do desporto nacional e internacional.

Tal como aconteceu em Maio do ano transacto, também vão estar presentes os presidentes da Federação Portuguesa de Basquetebol, Mário Saldanha, Federação Portuguesa de Ciclismo, Artur Lopes, bem como do líder da União Ciclista Internacional, Pat MacQuaid.

Com a construção do Velódromo e Centro de Alto Rendimento, Portugal junta-se aos países desenvolvidos no ciclismo. Mas o Centro de Alto Rendimento poderá servir também para outras modalidades.

O Velódromo Nacional será inteiramente coberto, dotado de uma pista de 250 metros de perímetro em madeira. A solução arquitectónica encontrada pelos técnicos da Câmara Municipal de Anadia, associada a uma funcional organização, vai permitir que o recinto interior da pista, com as dimensões de 44x25 metros, possa servir a prática de outras modalidades desportivas, nomeadamente basquetebol, futsal, andebol, e outras.

A nova infra-estrutura integra um centro de estágio com alojamentos e serviços diversos, para poder receber equipas em estágio.

Após a visita à obra, a autarquia oferece a todos os visitantes um espumante de honra e um porco assado no espeto, de forma a prolongar o convívio na tarde de domingo.

 

 

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