Domingo, 10 de Janeiro de 2010

Câmara da Mealhada entrou em 2010 sem dívidas a fornecedores e empreiteiros

Contas fechadas com dívida zero pelo quarto ano

A Câmara Municipal da Mealhada fechou as contas de 2009 e entrou em 2010 sem dívidas a fornecedores e/ou empreiteiros.

É a quarta vez consecutiva que a autarquia entra no novo ano civil com uma dívida igual a zero, fruto de grande rigor na previsão e na execução orçamental, que tem permitido que o Município cumpra os seus objectivos programáticos, fazendo obra, sem deixar de satisfazer, atempadamente, os respectivos compromissos.

O mesmo rigor permitiu que o Município tivesse conseguido taxas de execução orçamental médias de 83,45% ao nível da despesa (92,45% nas despesas correntes e 74,18% nas receitas de capital) e de 84% na receita (receitas correntes - 98,81%, receitas de capital -51,65%), com um orçamento que acabou por ultrapassar ligeiramente 19,1 milhões de euros.

Isto, apesar da crise e do arrecadamento de receitas de capital ter sido fortemente prejudicado pelos atrasos na execução do QREN - Quadro de Referência Estratégica Nacional, ao que o Município é alheio.

“É o quarto ano que fechamos as contas – e entramos no novo ano - com dívida zero a fornecedores e empreiteiro. E isso enche-nos de satisfação. Porque conseguimos honrar todos os nossos compromissos sem deixar de fazer uma única obra para poupar dinheiro. Todas as obras foram executadas”, sublinha o presidente da Câmara, Carlos Cabral.

Uma situação confortável que, diz o autarca, “é demonstrativa do grande rigor que colocamos quer na previsão orçamental, quer na sua execução, ao nível da gestão e do acompanhamento da execução do orçamento”.

 

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Sábado, 26 de Dezembro de 2009

AHBVA comemora 76 anos com dificuldades materiais

Necessidade de um quartel novo continua a ser a preocupação número um da associação

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia (AHBVA) festejou o 76º aniversário no último domingo, dia 20. A sessão solene ficou marcada pelas condecorações e promoções a alguns dos bombeiros, assim como pela lembrança às entidades presentes das dificuldades de natureza material que esta corporação de bombeiros vem atravessando.

A AHBVA entendeu atribuir o Crachá de Ouro às irmãs Maria do Carmo e Margarida, da Congregação de São Vicente de Paulo. Como a irmã Maria do Carmo, por impedimento profissional inadiável, não esteve presente, a Direcção da associação entendeu que João Dias Coimbra, comandante do Quadro de Honra dos Bombeiros Voluntários de Anadia (BVA), será o fiel depositário da medalha para entrega posterior.

Carlos Alegre, presidente da Assembleia Geral da AHBVA, abriu a cerimónia dirigindo-se aos bombeiros, “que com a sua abnegação e o seu voluntarismo deixam tudo em nome desta nobre missão e lema que os move: Vida Por Vida”.

Coube ao comandante dos BVA dar seguimento à sessão solene, sublinhando que “face às alterações legislativas somos conscientes de mais e maiores responsabilidades e não menos conhecedores de que cada vez mais as dificuldades são e serão maiores”. Contudo, Eduardo Matos está certo que essas alterações não constituem obstáculo, tendo em conta que “os BVA foram sujeitos à solução do problema e a não fazer parte dele, actuando sempre com grande competência e profissionalismo”.

 

Aumento de serviço dos BVA

O comandante falou do aumento significativo de serviço, destacando a maior incidência na área da saúde: “Uma vez que o Ministério da Saúde determinou o encerramento do Serviço de Urgência do Hospital José Luciano de Castro em Janeiro de 2008, obriga-nos a que para qualquer pedido de socorro, o mesmo seja encaminhado para os Hospitais da Universidade de Coimbra, Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro e Hospital Conde de Sucena, em Águeda”. Estas deslocações, para o comandante dos BVA, dão origem a que os recursos quer humanos quer materiais estejam cativos e indisponíveis muito mais tempo, diminuindo a operacionalidade do corpo activo “momentaneamente, o que nos preocupa”.

Também Mário Teixeira, presidente da Direcção da AHBVA, fez referência a tempos difíceis e às contrariedades, sendo contudo a vontade do corpo dos BVA “incalculável”.

 

Dificuldades materiais

O dirigente falou das dificuldades de natureza material, desde as instalações desajustadas, às viaturas que necessitam de substituição pelo muito uso e idade, aos equipamentos de protecção individual, fardamentos e outros que faltam. Mas lembrou que os subsídios concedidos pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), Câmara Municipal de Anadia e outras entidades têm solucionado algumas dessas dificuldades.

Durante a cerimónia, Mário Teixeira deu a conhecer a oferta da Comissão de Festas da Moita, de uma verba no valor de 2.651,36 euros, destinada à aquisição de equipamentos. O presidente da Direcção deixou ainda o apelo aos associados que não contribuíram, por ainda não terem sido procurados, para ajudarem com a liquidação das quotas, “cujos valores nos estão a fazer muita falta”.

 

Protocolo para uma EIP

Mário Teixeira aproveitou a ocasião para dar a conhecer o protocolo assinado entre a ANPC, a Câmara Municipal e a AHBVA - por três anos -, que a partir de Janeiro de 2010 vai contar com uma Equipa de Intervenção Permanente (EIP), constituída por cinco elementos dos BVA, em alerta oito horas por dia, de segunda a sexta-feira, destinada a socorrer as populações em situações de catástrofe ou outras.

Teresa Belém, vice-presidente da Câmara de Anadia, em representação do presidente Litério Marques, disse que em 2010 a EIP contará com 50% de comparticipação da autarquia (30 mil euros), ficando a outra metade a cargo da ANPC. A autarca manifestou ainda a vontade da Câmara em vir a dar apoio na construção do novo quartel, através do QREN.

A sessão solene do 76º aniversário da AHBVA contou com promoções a bombeiros de terceira e de segunda. Foram também entregues medalhas por assiduidade grau cobre (pelos serviços prestados por cinco anos), grau prata (serviços prestados por 10 anos) e grau ouro (pelos 25 anos de serviço prestado).

 

 

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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Litério Marques distinguido com o Prémio “Mérito Desportivo”

Autarca anadiense foi a personalidade indicada pela Federação Portuguesa de Ciclismo

Litério Marques, presidente da Câmara Municipal de Anadia, foi distinguido com o Prémio “Mérito Desportivo” - Personalidade do Ano, pela Confederação do Desporto de Portugal, no passado dia 29 de Outubro, na 14ª Gala do Desporto, que decorreu no Casino do Estoril.

Subordinado ao lema “Acreditar na Formação”, as Federações das diferentes modalidades indicaram as personalidades/entidades que reuniam curricula merecedores da distinção deste prémio, pelo trabalho realizado em prol do desenvolvimento desportivo.

Assim, Litério Marques foi a personalidade indicada pela Federação Portuguesa de Ciclismo, como individualidade que mais contribuiu para o desenvolvimento e promoção desta modalidade, nomeadamente no papel que desempenhou perante as entidades envolvidas na concretização da construção do primeiro e único Centro de Alto Rendimento, do país, que servirá esta modalidade - Velódromo Nacional.

Recorde-se que o Centro de Alto Rendimento (CAR) de Anadia - Velódromo Nacional de Sangalhos foi inaugurado a 11 de Setembro último, pelo então ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira.

O equipamento é a única pista coberta de ciclismo no país - com 250 metros - e vai acolher outras modalidades como a esgrima, ginástica, judo, trampolins e desportos acrobáticos. O centro de estágio dispõe de 16 quartos duplos para 32 atletas, treinadores, técnicos desportivos e dirigentes e equipamento de preparação e recuperação de atletas.

Trata-se de um investimento que chega aos 12,2 milhões de euros, financiado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) em 70%, tendo tido o apoio do Instituto do Desporto de Portugal. A Câmara de Anadia investiu 2,8 milhões de euros.

Durante o seu discurso na inauguração do Velódromo Nacional, Litério Marques falou da “realização de um sonho”.

 

 

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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009

PSD Anadia apresenta projecto voltado para os cidadãos do concelho

Litério Marques, candidato à Câmara, diz que infra-estruturas estão criadas sendo agora necessário “dinamizar mais”

O PSD Anadia apresentou ontem, dia 28, as linhas orientadoras do Programa Eleitoral do partido para a Câmara Municipal de Anadia, para os próximos quatro anos. Educação, acessibilidades, saneamento, desenvolvimento económico e turístico e juventude foram áreas abordadas durante a sessão, que decorreu na sede de candidatura, em Anadia.

Litério Marques, candidato à Câmara Municipal - que se fez acompanhar na mesa de honra pelo candidato à Assembleia Municipal de Anadia, Luís Santos e pelo director de campanha, Jorge Sampaio -, disse que o seu projecto é essencialmente “voltado para as pessoas, para os cidadãos do meu concelho, que ao longo destes anos têm confiado neste presidente e que acreditam, porque as obras estão feitas e não deixam margem para dúvidas”.

De acordo com o actual presidente da autarquia, que se recandidata ao quarto mandato consecutivo, muitos dos “grandes projectos e das grandes infra-estruturas desportivas e culturais estão construídas, pelo que agora queremos dinamizar mais”. Envolver mais as associações concelhias, na expectativa de haver mais participação dos cidadãos do município é outro dos objectivos.

No que à educação diz respeito, Litério Marques enumerou a construção do Centro Escolar de Arcos e os projectos e obras de construção de outros como Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho, Paredes do Bairro e Sangalhos, para o pré-escolar e 1º ciclo. A requalificação do Parque Escolar, com a construção de uma nova escola em dois blocos que acolherá o 2º e 3º ciclos e o Secundário é outra das bandeiras do PSD Anadia.

 

Nó de ligação à A1 continua na mira de Litério Marques

Ao nível das acessibilidades, Litério Marques pretende continuar a reivindicar o nó de ligação da Auto-estrada do Norte (A1) ao concelho, assim como a requalificação da EN 334 - Boialvo à Poutena e da EM 619. “No âmbito das acessibilidades, o investimento aprovado no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) representa cerca de 3,5 milhões de euros”, adiantou o candidato.

Sobre o saneamento, Litério Marques disse estar em construção o emissário do Pereiro a Avelãs de Caminho (à ETAR de Sangalhos), que vai permitir ligar quase na sua totalidade o saneamento da freguesia de Avelãs de Cima.

Os grandes investimentos nesta área passam pela construção da ampliação da ETAR de Sangalhos, cujo projecto está já praticamente concluído e que permitirá tratar todo o saneamento do concelho, calculado para 35 mil habitantes, com o custo aproximado de 3,5 milhões de euros.

“Neste momento estão aprovados os loteamentos das Zonas Industriais de Vilarinho do Bairro, Paraimo e Amoreira da Gândara”, revelou Litério Marques, ao referir-se ao desenvolvimento económico e turístico, outra das metas que integra o programa eleitoral. Para as Zonas Habitacionais é relevante a negociação para aquisição do loteamento, sito na freguesia de Ancas, o que virá possibilitar à autarquia colocar à disposição lotes a preços controlados.

Para os jovens do concelho, o candidato disse já estar aprovado “um grande projecto no que respeita à utilização das Novas Tecnologias”.

A sede de candidatura do PSD Anadia, localizada no Edifício São João, na Avenida das Laranjeiras, no centro da cidade, vai estar a partir de amanhã, dia 30 de Setembro, diariamente aberta, em horário nocturno, durante os dias da semana, prolongando-se pela tarde no domingo e feriado (5 de Outubro). O objectivo passa por dar a conhecer às pessoas, de forma mais directa, o projecto do PSD para as autárquicas 2009 naquele espaço.

 

Jantar/comício dia 3 de Outubro

No próximo sábado, dia 3 de Outubro, vai realizar-se um jantar/comício do projecto PSD Anadia às autárquicas, na Vila Tropical, em Anadia. Vão marcar presença todos os candidatos do PSD às eleições do dia 11, em Anadia, assim como o presidende da Comissão Política Distrital de Aveiro, António Topa e Alexandre Relvas, presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro.

 

 

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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Casa da Cultura de Oliveira do Bairro causa mossa durante reunião do Executivo

Leontina Novo defende que equipamento não deveria ser instalado no velho quartel dos Bombeiros Voluntários

A futura Casa da Cultura de Oliveira do Bairro fez alguma mossa durante a reunião do Executivo camarário de ontem, dia 24 de Setembro. Leontina Novo, vereadora da Oposição (CDS-PP), absteve-se na votação do projecto de arquitectura daquele equipamento, por não concordar com a sua localização.

A Casa da Cultura vai nascer da requalificação do velho quartel dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro, no centro da cidade. O vereador Joaquim Santos lembrou da aprovação do anteprojecto, em 31 de Julho de 2008, explicando que agora seria vez de aprovar o projecto de arquitectura.

Já Mário João Oliveira, presidente da Câmara Municipal, sublinhou ser grande objectivo do Executivo dotar a cidade com uma infra-estrutura que permita ter “um salão, um anfiteatro, um auditório polivalente, com cerca de 500 lugares, que possa responder com qualidade ao mais variado tipo de espectáculos, sejam teatro, concertos ou outros”. O autarca lembrou que também o “velho quartel será assim requalificado”.

O presidente da Câmara fez saber que o projecto “está desde a primeira hora” incluído num pacote do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), sendo que a contratualização tem o valor de 2 milhões e 200 mil euros.

Joaquim Santos explicou que o que seria submetido ao QREN era o projecto de arquitectura. Para tal foi necessário “afinar o número de lugares e valências agregadas”.

 

Casa da Cultura vai ter 480 lugares

O número definitivo de lugares da nova Casa da Cultura de Oliveira do Bairro é de 480, estando a infra-estrutura destinada para valências como teatro, dança, cinema, conferências. “Entre o anteprojecto e este fizeram-se as afinações necessárias. Vamos aprovar o projecto de forma definitiva, para o levar à candidatura do QREN e avançar para os projectos de especialidade”, referiu Joaquim Santos.

Leontina Novo disse que, não sendo contra ter uma Casa da Cultura no concelho, não concordava com a sua localização. “Entendo que seria uma oportunidade para recuperar a antiga Cerâmica Rocha. Com 2 milhões e 200 mil euros do QREN, a recuperação da cerâmica podia ser enquadrada no projecto. É uma oportunidade que se perdeu para requalificar aquele património”, frisou a vereadora.

“Podíamos ter conjugado os dois esforços, recuperando a antiga cerâmica e instalando lá a Casa da Cultura”, rematou Leontina Novo. O projecto de arquitectura foi aprovado por maioria, com a abstenção da vereadora popular.

 

 

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Sábado, 19 de Setembro de 2009

Inauguração do Velódromo Nacional de Sangalhos cumpre sonhos antigos do Desporto

Investimento ultrapassa os 12 milhões de euros

O Centro de Alto Rendimento (CAR) de Anadia - Velódromo Nacional de Sangalhos foi inaugurado no dia 11, pelo ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira. O primeiro-ministro José Sócrates acabou por não estar presente na cerimónia. Mas Alves Barbosa, Carlos Lopes e Rosa Mota, velhas glórias do Desporto nacional, fizeram questão de presenciar a inauguração, que também contou com centenas de sangalhenses.

As primeiras pedaladas oficiais na pista coberta para ciclismo, com 250 metros, do Velódromo Nacional tiveram como protagonista o emblemático Alves Barbosa - vencedor da Volta a Portugal por três vezes -, que aos 77 anos de idade deu mostras de ter ainda muita energia para “dar e vender”.

Pedro Silva Pereira, que se fez acompanhar do secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, disse que com esta “nova casa do Desporto cumprem-se de uma só vez vários sonhos antigos do Desporto português”, sendo o primeiro deles “o sonho do ciclismo, que há muito ambicionava ter uma infra-estrutura desta natureza”. O governante lembrou que o ciclismo é uma modalidade com muitas tradições em Portugal e recordou Alves Barbosa mas também o falecido Joaquim Agostinho.

“O ciclismo há alguns anos parece não ter sido correspondido pelas políticas públicas. Mas este investimento vem mudar essa posição e simultaneamente dar à modalidade uma grande oportunidade de futuro, um virar de página”, o que para Pedro Silva vai levar ao aproveitamento da infra-estrutura para se lançar “noutra direcção. Porque de certeza que a Federação Portuguesa de Ciclismo saberá estar à altura deste enorme desafio, para também aqui realizar grandes eventos internacionais”.

 

Outras modalidades

O Velódromo Nacional de Sangalhos, única pista coberta de ciclismo no país, vai acolher outras modalidades: esgrima, ginástica, judo, trampolins e desportos acrobáticos.

“Trata-se de um CAR polivalente, ao serviço de cinco modalidades desportivas distintas, todas elas com tradições em Portugal”, defendeu Pedro Silva Pereira, realçando a importância deste “investimento de grande dimensão, ao serviço do desenvolvimento da economia”, por a sua construção ter dado “emprego e oportunidade de sobrevivência para muitas empresas” que participaram nas obras.

O CAR de Anadia constitui também, para o ministro da Presidência, “uma mais-valia ao serviço do desenvolvimento regional e da ligação estratégica entre Desporto e Turismo”. E por Sangalhos ser “uma terra de grandes tradições no ciclismo, fez todo o sentido ficar aqui”.

Litério Marques, presidente da Câmara de Anadia, estava emocionado e falou da “realização de um sonho”. Contudo, não deixou de recordar algumas das dificuldades sentidas durante todo o processo de construção, que durou cerca de dois anos.

O autarca aproveitou também a ocasião para solicitar a construção e o acesso directo à A32, “que possibilitará aliviar o trânsito caótico na EN1/IC2” e ainda o nó de ligação de Anadia à Auto-estrada do Norte (A1), situações “que continuam por solucionar e que afectam todo o progresso da nossa terra”.

 

Investimento superior a 12 milhões de euros

O Velódromo Nacional de Sangalhos trata-se de um investimento que chega aos 12,2 milhões de euros, financiado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) em 70%, tendo tido o apoio do Instituto do Desporto de Portugal. A Câmara de Anadia investiu 2,8 milhões de euros.

O equipamento agora inaugurado tem uma pista coberta para ciclismo com 250 metros - onde foram usados meio milhão de pregos - e uma área polivalente de 1100 metros quadrados. O centro de estágio dispõe de 16 quartos duplos para 32 atletas, treinadores, técnicos desportivos e dirigentes e equipamento de preparação e recuperação de atletas (ginásio, balneários, oficina, salas de aula, convívio e de reunião). (Galeria de fotos: Leiam a Imagem)

 

publicado por quiosquedasletras às 07:26

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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Projecto vai ultrapassar os três milhões de euros

Centro da cidade de Anadia vai levar uma cambalhota

O centro urbano de Anadia vai ser alvo de um arrojado projecto de regeneração urbana, com um investimento superior a três milhões de euros e que o vai transformar completamente, ficando quase irreconhecível, como adiantou Litério Marques, presidente da Câmara Municipal. A conclusão da obra está prevista para daqui a um ano e meio.

“Anadia é cidade há quatro anos. Tem um pequeno núcleo habitacional e outros adjacentes. É preciso expandi-lo e dar-lhe uma forma harmoniosa”, disse o autarca, durante a apresentação pública do projecto, que aconteceu no dia 23 de Dezembro.

Litério Marques lembrou que esta seria a altura indicada para dar um “aspecto mais citadino a Anadia”, porque “temos hoje à disposição o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), um quadro comunitário que vem oferecer outras possibilidades”, disse, acrescentando que é “urgente” arrancar já com o projecto, que “ultrapassa largamente os três milhões de euros”, sob pena dos fundos comunitários “não se utilizarem ou irem parar a outros municípios que não o nosso”.

 

O projecto de regeneração

O projecto de regeneração do centro urbano de Anadia, com a assinatura do arquitecto Rui Rosmaninho, divide-se em duas partes: regeneração do centro urbano e requalificação urbanística e paisagística da área existente a nascente do edifício dos Paços do Município.

Relativamente ao centro urbano, o projecto de regeneração contempla a reformulação da rede viária; a correcção do traçado existente através da construção de uma rotunda a nascente, intersectando a rua de acesso ao centro urbano; reformulação da iluminação pública; eliminação de barreiras arquitectónicas; reformulação dos circuitos pedonais; sinalização horizontal e vertical; mobiliário urbano e equipamento de recolha de resíduos sólidos.

O investimento total vai ser de 664.050 euros para esta parte.

A requalificação urbanística e paisagística da área existente entre a parte posterior do edifício dos Paços do Município e a Avenida das Laranjeiras tem um investimento total de 2.312.500 euros.

Vai implicar a construção de um edifício que vai ser denominado por “Incubadora de Serviços de Proximidade”, que se destina a funcionar como centro de serviços multifuncionais, com o intuito de centralizar serviços de atendimento ao público e de proximidade ao cidadão.

Este edifício vai localizar-se nas traseiras dos Paços do Município.

Um pouco abaixo será construído um outro edifício - “Domus Café” - onde se pretende conciliar a área de café com um espaço cultural, com ligação pública à Internet e à Biblioteca Municipal, “online” e a outros recursos informativos. É um edifício que cria um espaço complementar à Praça Pública que vai surgir, com zona de cafetaria, esplanada de apoio e adequadas instalações sanitárias.

“Vai ser uma sala de chá, um bom estabelecimento para conversarmos e tomarmos o nosso ‘drink’, fazer coisas que ainda não se fazem em Anadia”, afirmou Litério Marques.

 

Estacionamento subterrâneo

O antigo Mercado Municipal vai ser demolido para no seu lugar nascer uma Praça Pública e espaços verdes, que materializam uma distinta zona de convívio, de cultura e de lazer, que vai “camuflar” um amplo parque de estacionamento subterrâneo, com capacidade para mais de 160 lugares.

“Tudo isto vai permitir-nos ter um lugar bonito e atraente. É desta forma que se alinda Anadia”, afiançou Litério Marques.

O autarca disse que a obra ainda não foi colocada a concurso e apelou à participação do público nas sugestões que venham melhorar o projecto apresentado no dia 23, colocando o documento à disposição para ser feita a sua análise por todos.

“Bem sei que este projecto não é perfeito. Pôr o antigo Mercado abaixo não é fácil. Mas a Câmara Municipal de Anadia entendeu que assim devia ser. E decidiu por maioria, porque o Mercado velho já cumpriu a sua missão. As praças serão grandes, haverá lugar para algo evocativo”, referiu Litério Marques.

 

Obra avança com ou sem QREN

O edil anadiense sublinhou que a obra vai arrancar “o mais breve possível”, estando apenas à espera do visto do Tribunal de Contas. E garantiu que mesmo que não venha QREN a obra arranca: “É um grande esforço financeiro. Mas já fizemos outros. Acreditem que a obra é uma realidade”, terminou, não sem antes prometer que também a Rua Júlio Maia “terá de levar uma volta”.

 

 

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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Bodas de Diamante da AHBVA

Bombeiros Voluntários de Anadia pedem quartel novo no 75º aniversário

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia (AHBVA) festejou as suas Bodas de Diamante no dia 20. A sessão solene ficou marcada pelas homenagens prestadas a João Dias Coimbra, comandante do Quadro de Honra, tanto por parte da associação como por parte da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP).

Durante os discursos de Mário Teixeira, presidente da Direcção da AHBVA, e de Eduardo Matos, comandante dos Bombeiros Voluntários de Anadia (BVA), foi feito o apelo ao secretário de Estado da Protecção Civil, José Miguel Medeiros, presente durante a cerimónia, para que o Governo leve a efeito a construção do novo quartel, há muito reivindicado. Mas o governante apenas avançou que os quartéis têm de ser “redimensionados para as reais necessidades”.

E também por estar a viver-se a quadra natalícia, Litério Marques, presidente da Câmara de Anadia, deixou uma “prendinha no sapatinho” dos BVA, correspondente à atribuição de um subsídio, no valor de 50 mil euros, aprovado por unanimidade de todo o Executivo municipal. De acordo com Mário Teixeira, este valor destina-se à aquisição de uma ambulância de socorro, “que faz falta aos BVA”.

Emanuel Maia, vice-presidente da Assembleia-Geral da AHBVA, que deu início à sessão, lembrou as dificuldades que existem ao ser-se bombeiro, dirigente de uma associação humanitária, porque “muitas vezes os bombeiros não têm o carinho nem respeito das populações”. Desta forma apelou à população para que continue a acarinhar o corpo activo dos bombeiros de Anadia, “que na grande maioria das vezes não tem o carinho merecido”.

“Passados 75 anos, o corpo de bombeiros de Anadia adaptou-se, modernizou-se, actualizou-se”, referiu Eduardo Matos, falando sobre os cursos de formação realizados, certificados pela Escola Nacional de Bombeiros. Lembrou também a necessidade “urgente” de ser constituída uma Equipa de Intervenção Permanente, sublinhando ainda a importância do “aumento de efectivos”.

 

Apelo a um novo quartel

O comandante dos BVA criticou os custos elevados exigidos para a aquisição do equipamento de socorro, comparado com o que se observa nos outros países da União Europeia e finalizou a intervenção com um pedido ao secretário de Estado da Protecção Civil: o da construção de um novo quartel.

Seguiu-se a atribuição de Medalhas de Assiduidade e Bom Comportamento aos bombeiros do corpo activo de Anadia.

Mário Teixeira pediu igualmente a José Miguel Medeiros ajuda para levar a cabo a construção do novo quartel, visto que o actual está “completamente esgotado” e o espaço operacional “não tem condições, nem para alojamento dos elementos do corpo de bombeiros, nem para que seja feita a necessária formação de quadros”, explicou. Um quartel que, segundo disse, “deveria ser, nesta altura, inaugurado, não fossem circunstâncias várias que ocorreram, como o problema da legislação”.

 

As homenagens

Alfredo Rodrigues Lapa foi homenageado e recebeu uma lembrança, por ao longo de mais de 40 anos ter servido os BVA como motorista. Albino Ribeiro da Silva, por ter levado a cabo uma campanha de angariação de fundos, em alturas de dificuldades financeiras dos BVA, foi-lhe atribuída a Medalha de Reconhecimento.

Mário Teixeira deixou para o final João Dias Coimbra, comandante do Quadro de Honra, atribuindo-lhe, em nome da Direcção da AHBVA, a Medalha de Grau Ouro da associação, manifestando o reconhecimento pelo apoio e acompanhamento “que desde a primeira hora dispensou à Direcção e o saber que transmitiu aos seus subordinados”.

O presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Aveiro, António Castro Valente, felicitou os BVA, referindo que “nós em Aveiro somos diferentes porque queremos ser um só para servir a todos”.

Também o presidente da LBP, Duarte Caldeira, saudou os 75 anos da AHBVA e a população, dirigindo-se de seguida a um homem que tem a “arte de comandar”, Dias Coimbra, atribuindo-lhe o Crachá de Ouro da LBP, “em reconhecimento do seu trabalho e forma de ser como cidadão” e convidando José Medeiros para o colocar. Dias Coimbra, muito emocionado, pediu a palavra e agradeceu “a partida que me pregaram e que não contava”.

Litério Marques, após enaltecer o trabalho desempenhado pelos BVA, lembrou que tem disponibilizado terrenos e meios técnicos para a execução do projecto que aguarda a aprovação do QREN, para a construção do novo quartel.

Por fim, José Miguel Medeiros, após ser entregue aos BVA a Medalha de Mérito de Protecção e Socorro, Grau Prata, disse que “se calhar não vale a pena fazer quartéis como há 50 anos. Temos de analisar a situação e com isso podem contar connosco”.

 

António Marcelino benze duas novas ambulâncias

Ainda antes de ter início a sessão solene das comemorações do 75º aniversário da AHBVA, teve lugar a celebração eucarística de Acção de Graças, onde D. António Marcelino, Bispo Emérito de Aveiro, benzeu, no final, duas ambulâncias de transporte múltiplo, que custaram cerca de 80 mil euros, na totalidade. De referir que este valor foi suportado, na íntegra, pela associação. Mário Teixeira adiantou que o subsídio atribuído pela autarquia será para adquirir uma terceira ambulância, mas esta será de socorro.

 

 

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Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

Anadia recebeu “2ª Conferência sobre Educação - Transferência de Competências”

Ministra “sem pressa” para transferir competências

Maria de Lurdes Rodrigues, ministra da Educação, advertiu, no passado dia 31 de Outubro, em Anadia, que todos os professores que não se submetam ao processo de avaliação não vão “reunir condições para progredir na carreira, como acontece com qualquer funcionário público”. A governante falava aos jornalistas à margem da “2ª Conferência sobre Educação”, subordinada ao tema “Transferência de Competências”, que decorreu no Cine-Teatro Municipal de Anadia. Sobre esta temática, a ministra foi clara, dizendo que o Governo “não tem pressa” na transferência de competências das escolas para as autarquias, andando ao ritmo que estas queiram, com os recursos disponíveis.

No espaço exterior ao Cine-Teatro de Anadia marcaram presença alguns docentes pertencentes ao Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), que vieram assim dar as boas-vindas a Maria de Lurdes Rodrigues, mostrando descontentamento face ao processo de avaliação.

Quem também não escapou às críticas do SPRC foi o presidente da Câmara Municipal de Anadia, Litério Marques, que enalteceu o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela governante, incluindo no processo de avaliação de docentes, dizendo também admirá-la, devido à coragem que tem demonstrado face à onda de contestação ao nível de todo o país.

Foi durante a sessão de abertura da “2ª Conferência sobre Educação - Transferência de Competências”, que Litério Marques lembrou à ministra da Educação que a “proximidade de gestão poderá acartar ganhos, sendo necessário ter a noção de que a assunção destas novas competências vai acarretar para as autarquias outras responsabilidades”.

O autarca pediu à governante para fazer alguma coisa em defesa dos orçamentos das autarquias, referindo-se aos financiamentos vindos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para a construção dos novos centros escolares, que não são aprovados em 70%: “Temos de desenvolver condições mínimas para pôr mãos à obra!”.

Litério Marques, de seguida, criticou a opinião de alguém do SPRC, por algumas escolas estarem a usar contentores para dar aulas. “Anadia não enfia esse barrete! Temos muitos pré-fabricados e ainda há dias levámos um a Mogofores, com todas as condições”, defendeu, sublinhando que em Anadia estes equipamentos vieram para dar melhores condições aos alunos.

“Como professor primário, não posso pôr de parte o que a ministra tem feito pela defesa do ensino e clarificação da avaliação de professores, que vem beneficiar o trabalho daqueles que dão a cara”, disse Litério Marques, acrescentando ainda: “Admiro a ministra da Educação pela sua coragem, devido à contestação que tem vindo a ter”. O autarca rematou avisando que a transferência de competências “tem de ser bem pensada, para as crianças não perderem”.

 

Professores abandonam sala

No momento em que Litério Marques criticou o SPRC e enalteceu o trabalho desenvolvido por Maria de Lurdes Rodrigues, alguns professores abandonaram a sala, descontentes com a “extrema agressividade das palavras, quer em relação ao sindicato, quer em relação aos docentes”, como explicou Rosa Gadanho, coordenadora do SPRC.

Aníbal Marques, professor de Psicologia na Escola Secundária de Anadia, foi um deles: “O que disse o presidente não está em consonância com o que se passa nas escolas. São afirmações descabidas! O processo de avaliação deve existir, mas em outros moldes, formativos em termos científicos e pedagógicos”. O docente defendeu ainda que o importante é “estarmos actualizados. E isso faz-se com acções de formação credíveis, que devem ser pagas pelo Ministério da Educação. Este modelo não faz sentido do ponto de vista operacional. É fragmentador e disperso. E não aufere a qualidade dos docentes”.

 

As escolas devem ser o centro

Maria de Lurdes Rodrigues disse que não podia deixar de vir ao primeiro encontro organizado por autarquias, dedicado à transferência de competências, “sobre o qual vale a pena reflectir”, visto que o apelo dos dias de hoje é para uma “maior descentralização, levando as autarquias e neste caso os pais e as escolas a terem mais autonomia”.

De acordo com a governante, as escolas evoluíram para organizações complexas, com cada vez mais autonomia, devendo ser o “centro das atenções, não podendo a sua autonomia ficar subsumida”. Para Maria de Lurdes Rodrigues, os ganhos de eficiência e qualidade são a chave para esta reflexão. “Mas o Ministério da Educação não tem pressa. Tem a pressa que tem o país. Neste momento, 100 autarquias já assinaram o protocolo”, adiantou.

Sobre o QREN, a ministra referiu estar feito um projecto para os centros escolares, mas que ainda não se gastou nada, portanto “não vamos para já dizer se é muito ou pouco”. Maria de Lurdes Rodrigues disse ainda que todas as Secundárias vão ser remodeladas, sendo que este mês abre o concurso para as 75 escolas que vão ser modernizadas em Março.

Após um almoço que decorreu no Museu do Vinho Bairrada, a governante esteve a ouvir a opinião de um grupo apreciável de presidentes dos Conselhos Executivos de várias escolas da região, sobre o processo de avaliação de professores. Também deu a sua opinião sobre algumas práticas. (Foto: Davide Silva)

 

 

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Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008

Obra em fase de concurso público

Centro Escolar de Arcos, Anadia a funcionar no ano lectivo de 2009/2010

Com a aprovação de três candidaturas apresentadas pela Câmara Municipal de Anadia, para a construção dos Centros Escolares de Arcos, Avelãs de Caminho/Avelãs de Cima e Paredes do Bairro, ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) - Programa “Mais Centro”, a reorganização do Parque Escolar de Anadia já é uma realidade.

O Centro Escolar de Arcos será o primeiro a ser construído pela autarquia, encontrando-se esta obra em fase de concurso público, cuja abertura de propostas se realizará este mês. Este Centro Escolar está projectado para ser edificado na nova zona de expansão urbana, em frente à Biblioteca Municipal de Anadia.

 

Projecto já aprovado

O projecto, recentemente aprovado, terá dois pisos e contempla 12 salas de aula da EB1; quatro salas de actividade para o jardim-de-infância; uma sala polivalente/ refeitório com cozinha; uma cafetaria/bar; balneários/vestiários; sanitários; salas de apoio à EB1; salas de apoio ao jardim-de-infância; um ginásio/sala polivalente; uma biblioteca; uma sala de informática e instalações de apoio ao secretariado e pessoal docente.

Dos arranjos exteriores fazem parte a construção de um parque infantil e zona de recreio.

Esta nova infra-estrutura vai integrar as escolas básicas de Anadia - Alféloas, Famalicão, Póvoa do Pereiro -, e ainda o jardim-de-infância de Famalicão.

Com a entrada em funcionamento deste Centro Escolar, previsto para o ano lectivo 2009/2010, vão encerrar os antigos estabelecimentos de ensino, acima referidos.

No que respeita ao financiamento concedido para a construção destes Centros Escolares, é de frisar que para este efeito foram criados - para as despesas consideradas elegíveis -, valores de referência que constituem um limite à comparticipação. Assim, verifica-se que “esta responsabilidade financeira, que caberia ao Ministério da Educação, está a ser imputada às autarquias”, como disse Litério Marques, presidente da Câmara de Anadia.

No caso de Anadia, o valor estimado da construção é de 2 milhões e 750 mil euros (Centro de Arcos).

Mas após a conclusão do Centro Escolar de Arcos, onde estão incluídos todos os custos inerentes, prevê-se um investimento de cerca de 3 milhões e 200 mil euros, com uma comparticipação do QREN no valor de 1 milhão e 585 mil euros.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 07:58

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