Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Atravessamento da Ribeira do Ameal com Ponte Pedonal

Nova travessia vem permitir realização do “Trilho do Águeda”

No passado dia 9 de Novembro, a Câmara Municipal de Águeda procedeu à colocação de uma ponte pedonal para o atravessamento da Ribeira do Ameal, localizado sobre a margem norte do Rio Águeda.

Inseridos no projecto que a autarquia se encontra a desenvolver no âmbito das temáticas turística, ambiental, social e cultural, os trilhos e percursos cicláveis e pedonais procuram levar os visitantes pelas veredas e caminhos que se desenvolvem nos lugares, aldeias, vilas e cidade do concelho de Águeda.

Nesse contexto encontra-se o “Trilho do Águeda”, inaugurado a 5 de Outubro de 2009, que se desenvolve, maioritariamente, na envolvente do Rio Águeda, por caminhos, trilhos, veredas e outras passagens pedonais já existentes que servem de acesso aos campos agrícolas, habitações e demais propriedades por onde o itinerário se realiza, ao longo de cerca de 8 Km.

Para a sua implementação tornou-se necessária a execução de duas travessias sobre cursos de água: uma sobre o próprio Rio Águeda, a Ponte dos Violantes, e a outra recentemente colocada sobre a Ribeira do Ameal.

 

Travessia/Ponte sobre a Ribeira do Ameal

O atravessamento da Ribeira do Ameal, localizado sobre a margem norte do Rio Águeda, apresenta uma extensão de 16 metros de margem a margem, que é agora garantido pela ponte pedonal.

A estrutura da ponte é de madeira, com viga em arco, assente em sapatas de betão armado. A restante estrutura, piso e guardas são em madeira de pinho com tratamento.

A ponte é de construção simples, que se resumiu à afixação no local de uma estrutura pré-fabricada e modular, sem interferência ou deslocação do leito da ribeira, sem alteração ou redução da secção de vazão e com uma ocupação efectiva do solo praticamente nula.

Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Águeda, Gil Nadais, e o vereador João Clemente deslocaram-se até ao local para verificar o desenvolvimento da obra.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 07:43

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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

Ponte de Canha acaba com estrangulamento do trânsito

Nova infra-estrutura vem anular um dos pontos negros do tráfego no concelho de Anadia

No dia 10, o secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, deslocou-se ao concelho de Anadia para inaugurar a nova Ponte de Canha, no lugar de Canha (freguesia de Arcos), a caminho de Sangalhos. Tratou-se de uma “inauguração há muito desejada”, como lembrou Litério Marques, presidente da Câmara Municipal.

“Esta obra vem anular um dos pontos negros do trânsito no nosso concelho”, sublinhou o autarca. E Paulo Campos foi peremptório: “Prometemos e cumprimos”. O governante veio a Anadia para assinalar a conclusão da obra de construção que liga a Estrada Nacional (EN) 235 à EN1, o que incluiu a substituição da velha e estreita Ponte de Canha.

Paulo Campos explicou que a obra, com 0,7 quilómetros de extensão, teve um custo de 2,3 milhões de euros, vindo “melhorar consideravelmente as condições de circulação no local”. De referir que a introdução de uma rotunda na articulação da EN235 com a EN1 vem “trazer mais segurança, contribuindo para a diminuição da sinistralidade rodoviária”.

 

Litério reivindica nó de ligação à A1 e construção da A32

Durante a cerimónia de inauguração, Litério Marques lembrou o slogan do Governo - “Aproximar Anadia” - e disse “que não se aplicava no caso. Continuamos sem ligação à Auto-estrada do Norte (A1) e a A32, por enquanto, não passa de uma miragem”, considerando esta última uma variante e não uma auto-estrada, como alternativa “à obsoleta EN1/IC2”.

O autarca disse que no caso da ligação à A1, “deste ponto à zona de Ancas/Amoreira da Gândara os custos são pouco significativos” e constituiria “uma resposta ao dito slogan”.

O governante deu conta que o nó de acesso à A1 está dependente de um estudo, “praticamente concluído, do IC12 entre Anadia e Mira. Trata-se de uma matéria que está a ser analisada do ponto de vista ambiental. Resta-nos aguardar”.

Por seu turno, sobre a A32 falou da probabilidade de haver necessidade de repetir o concurso (que já tinha sido lançado), devido às divergências dos valores apresentados pelo empreiteiro. No entanto, se “formos eleitos e continuarmos a ser Governo, uma das primeiras medidas que vamos tomar será o lançamento de novo concurso para conclusão desta auto-estrada”, garantiu, sublinhando ainda a “extrema importância da A32 para a Bairrada e para o distrito, onde se insere um conjunto de empresas com actividade significativa, assim como para Anadia, por não ter ligação às grandes vias rodoviárias”.

Paulo Campos sugeriu a Litério Marques para “convidar deputados europeus ou a presidente do partido da Oposição”, para testemunharem a verdadeira importância da A32.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 08:12

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Terça-feira, 25 de Agosto de 2009

Património e história em Lamas do Vouga, Águeda

Restauro da Ponte Medieval do Marnel praticamente concluído

As obras de restauro da Ponte Velha do Marnel ou Ponte Medieval, na freguesia de Lamas do Vouga, em Águeda, estão praticamente concluídas.

Durante longas décadas, a degradação desta ponte emblemática do concelho vinha a acentuar-se, onde ano após ano e dia após dia se assistia à queda de pedras ou mesmo de pedaços de muro. Para evitar a queda total deste marco histórico, a Câmara Municipal de Águeda decidiu colocar “mãos à obra” e proceder ao restauro deste precioso monumento.

Segundo Jorge Almeida, vice-presidente da autarquia, “há património que não podemos perder. Esta ponte é um monumento importante e emblemático do concelho, que a Câmara não podia deixar de recuperar”.

De momento, faltam apenas pequenos trabalhos de recuperação, nomeadamente a regularização dos arruamentos, a limpeza e o melhoramento do espaço envolvente. Para breve será a colocação da iluminação por parte da EDP, que vai projectar a beleza daquele quadro de enorme valor histórico, arquitectónico e paisagístico a todos os utentes que diariamente circulam na Estrada Nacional 1 (EN1)/Itinerário Complementar (IC2).

Para já foram recuperados os muros e reabilitada toda a estrutura da ponte, de forma a que aquele ex-líbris, a exemplo de muitos outros, não passe à história, mas continue a fazer parte dela.

A Ponte Medieval sobre o Rio Marnel constitui um forte motivo de atracção para quem deseja descobrir parte da história do concelho de Águeda, designadamente os aspectos arqueológicos das raízes culturais da região. Águeda é particularmente rica em vestígios arqueológicos, nomeadamente na zona do Vouga e do Marnel, importante local de passagem cujas origens remontam à época romana.

A Ponte Medieval, com a  Estação Arqueológica de Cabeço do Vouga - sítio da Mina (Imóvel de Interesse Público) -, fazem desta freguesia uma das mais visitadas por todos os turistas que acorrem ao concelho.

Considerado monumento de Interesse Municipal, a autarquia apostou na recuperação de restauro desta ponte de 120 metros - classificada como Imóvel de Interesse Público em 1956 -, para evitar a sua progressiva deterioração.

A Ponte Velha do Marnel integra o vasto património arquitectónico existente no concelho de Águeda.

 

Nota histórica

A fundação da Ponte Velha do Marnel ou Ponte Medieval, situada na freguesia de Lamas do Vouga, crê-se que remonte ao período romano, século II, acreditando-se que seria neste local que a via romana, no troço de Emínio (Coimbra) a Cale (Gaia/Porto), fazia a travessia.

Mais tarde foi substituída por uma Ponte Medieval que, por sua vez, foi reconstruída durante o reinado de D. João III (1552). Terá assim, eventualmente, existido uma Ponte Romana que foi substituída por uma Medieval durante o século XIV, da qual, após as obras de restauro do século XVI, reemerge com o aspecto que hoje lhe vemos.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 07:41

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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Visita tem por finalidade a troca de experiências

Aveiro recebe comitiva da Polónia hoje

Realiza-se hoje, das 11 às 17.30 horas, uma visita a Aveiro pela Comitiva Oficial da Câmara de Marechal do Distrito Swietokryskie da Polónia.

A visita tem por finalidade a troca de experiências relativas à introdução dos fundos estruturais e ao conhecimento dos projectos realizados do Fundo Europeu do Desenvolvimento Regional aplicáveis à cultura, protecção do meio ambiente e desenvolvimento do empreendedorismo.

A comitiva integra 16 pessoas, entre as quais o cônsul da Embaixada da Polónia e vários técnicos e chefes de divisão da Câmara supra mencionada. De salientar que a comitiva irá igualmente a Lisboa conhecer os projectos.

Pelas 11 horas, a comitiva chega ao Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, dando-se início à apresentação dos projectos co-financiados no passado e alguns no presente por técnicos da autarquia aveirense. De seguida, às 12.20 horas, o Executivo Municipal procederá à recepção oficial à comitiva polaca, no gabinete do presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Élio Maia.

Da parte da tarde, os membros da delegação vão conhecer in loco alguns destes projectos, tais como o Edifício da Capitania, a Casa Major Pessoa, o Teatro Aveirense, o Espaço Aveiro Digital, o Ecomuseu Marinha da Troncalhada, Parques de Exposições e Ponte dos Botirões.

 

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Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Paulo Campos vem a Anadia homologar contrato da obra

Ponte de Canha concluída em Setembro de 2009

Foi assinado no dia 28 o contrato da obra de construção da Ponte de Canha, em Anadia. A nova infra-estrutura deve estar concluída em Setembro de 2009 e vai descongestionar o trânsito entre a EN235 e a EN1, na zona da Malaposta, concelho de Anadia.

“As promessas são para cumprir. Em 2005 prometemos dar continuidade à obra e agora cá estamos”. Foi assim que Paulo Campos, secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, se dirigiu ao presidente da Câmara Municipal de Anadia, Litério Marques, que aquando da requalificação da EN235 lamentou a obra ter ficado incompleta, por não contemplar o alargamento da Ponte de Canha.

“Vai hoje (dia 28) finalmente ter lugar a entrega a um empreiteiro de uma obra que há muito ansiava, e que contempla uma rotunda que vem assim substituir um ponto negro do concelho”, disse Litério Marques. E continuou: “A actual Ponte de Canha está a engarrafar e a criar problemas em termos de tráfego. Esta é uma obra necessária em Anadia”.

 

Pedido do nó de acesso à A1

O edil anadiense aproveitou a presença de Paulo Campos para reafirmar a importância que um nó em Anadia, de acesso à Auto-Estrada do Norte (A1), representa para o concelho. “Reitero o meu pedido hoje e dou sugestões, através de um dossiê, que poderá funcionar como forma indicativa, para o Governo rectificar este erro e avançar com o nó, indispensável ao desenvolvimento de Anadia e do próprio Velódromo de Sangalhos, já em construção”, disse.

 

Nó de Anadia na A32

O governante falou da nova Auto-Estrada do Centro (A32), que vai ligar Coimbra a Oliveira de Azeméis, onde vai existir o nó de Anadia: “É uma certeza e um investimento”, garantiu.

O actual cruzamento com semáforos, que vai agora ser substituído por uma rotunda, vai dar também acesso à nova A32, actual IC2. No entanto, Litério Marques não se mostrou satisfeito com a notícia, continuando a reivindicar um nó de ligação da A1 ao concelho, entre Aveiro Sul e Mealhada. Paulo Campos prometeu analisar o dossiê.

 

Alguns números

O empreendimento, com 0,7 quilómetros de extensão - a que corresponde um investimento de 2,350 milhões de euros -, tem como objectivo substituir a Ponte de Canha e melhorar as condições de circulação e segurança da população do concelho de Anadia, nomeadamente através da introdução de uma rotunda na articulação da EN235 com a EN1.

A obra tem a conclusão prevista para o 3º trimestre de 2009. De acordo com Pedro Carvalho, da Estradas de Portugal (EP), que fez a apresentação da obra, actualmente verifica-se o estrangulamento viário, por a plataforma ter apenas seis metros de largura. Estudos revelam que a ponte é atravessada por nove mil veículos diários.

Com um prazo de execução de 400 dias, a obra implica a demolição da actual ponte e a construção de duas obras de arte gémeas, paralelas, com uma via de quatro metros de largura em cada sentido.

Já o cruzamento de ligação ao IC2, com semáforos, será substituído por uma rotunda - com passeios e barreiras acústicas -, com 30 metros de raio.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 10:00

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