Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008

Câmara Municipal de Águeda promove “Geocaching”

“Caça ao Tesouro” via Satélite para fomentar o turismo no concelho

A Câmara Municipal de Águeda apresentou no dia 25 de Setembro, no Parque da Alta Vila, o projecto “Geocaching em Águeda”. Estiveram presentes o presidente da autarquia aguedense, Gil Nadais, e a vereadora do Turismo, Elsa Corga.

Gil Nadais felicitou a iniciativa, por ser “uma novidade para a região”, salientando ser “um jogo que está implementado em todo o mundo”. O “Geocaching” é uma actividade praticada, maioritariamente, por amantes da natureza e segundo o autarca, o concelho de Águeda é privilegiado a esse nível e pode cativar muitos “geocachers”.

O local para a apresentação não foi escolhido ao acaso, pois no Parque da Alta Vila vai ser criado o “Campo de Iniciação ao Geocaching”. O intuito deste campo é dar a conhecer e apresentar ao maior número de pessoas a actividade, para lhes incutir o desejo de posteriormente participarem de forma voluntária. Numa primeira fase, o público-alvo serão grupos de crianças das escolas do concelho; numa segunda fase, destina-se a qualquer pessoa que deseje participar.

De salientar que na Alta Vila encontra-se uma Multi-cache (ir de coordenada em coordenada até à localização final) não oficial. A Multi-cache ali colocada conta com a colaboração da “AparqA!”, que permite aos seus participantes jogar “Geocaching.

 

Objectivo é fomentar o turismo em Águeda

O “Geocaching” tem como principal finalidade fomentar o turismo em Águeda, através da divulgação do património histórico, cultural e natural do concelho, da dinamização dos percursos e roteiros turísticos, e da organização de acções de limpeza ambiental em locais específicos.

Com esta actividade pretende-se colocar todas as freguesias do concelho de Águeda no mapa do “Geocaching”. Actualmente, já existem “caches” oficiais colocadas pela autarquia nos seguintes locais: Lourizela e Carvalhal, na freguesia do Préstimo, e Talhada, na freguesia de Castanheira do Vouga.

Uma das grandes inovações, no âmbito do “Geocaching”, implementadas pela Câmara de Águeda é o incentivo à utilização das novas tecnologias. Para tal, a Câmara Municipal disponibiliza aparelhos GPS e a informação sobre o software “Geocaching” para telemóveis.

 

O que é “Geocaching”?

“Geocaching” é um jogo mundial com origem nos EUA, praticado por entusiastas da aventura, equipados com aparelhos de GPS (Global Positioning System – Sistema de Posicionamento Global) que seguem os pares de coordenadas geográficas indicativas da localização final do “tesouro”.

Cada participante (“geocacher) procura os tesouros escondidos (“geocache” ou “cache”) espalhados pelo concelho de Águeda, através de pares de coordenadas geográficas disponibilizadas na Internet. As coordenadas podem ser vistas no sítio internacional do “Geocaching” - www.geocahing.com - ou no sítio do município de Águeda - www.cm-agueda.pt/geocaching (a disponibilizar brevemente).

 

O “Tesouro”

O “tesouro” (“cache”) consiste normalmente num recipiente, podendo este ter vários tamanhos, e que é colocado discretamente no terreno.

A “cache” inclui um livro de registo, podendo também conter algumas lembranças que o visitante poderá levar consigo. O livro de registo deverá ser preenchido com a data e a hora da visita.

 

“Geocaching” e o Ambiente

Uma das características que diferencia o “Geocaching” de outras actividades é o esforço feito no sentido de preservar a natureza e criar uma consciência ambientalista.

Os participantes do jogo normalmente praticam CITO (“Cash In, Trash Out”), ou seja, trazem consigo o lixo que encontram nas áreas percorridas, deixando a área o mais limpa possível.

 

“Geocaching” em seis simples passos:

1. Ir a www.geocaching.com e fazer o registo gratuito;

2. Clicar em “Hide & Seek a Cache” (“Esconder e Procurar uma Cache”);

3. Introduzir o código postal e clicar em “Search” (“Pesquisar”);

4. Escolher qualquer “cache” da lista, clicar no seu nome;

5. Introduzir as coordenadas da “cache” no aparelho GPS;

6. Seguir a direcção da seta do GPS até descobrir a “cache” escondida.

Para obter mais informações sobre esta actividade ou para inscrições pode contactar: Adriana Mesquita 234 610 070 (ext. 220) ou Miguel Tavares 234 610 070 (ext. 427).

Boas “cachadas”!!!

 

 

publicado por quiosquedasletras às 08:05

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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Festa em Lourizela

A aldeia fotogénica do concelho de Águeda

Nos dias 6 e 7 de Setembro, Lourizela, na freguesia do Préstimo, Águeda, esteve em festa anual em honra de São Tomé. Todavia, esta pequena aldeia serrana é uma festa visual pegada durante todos os restantes dias do ano, graças à sensibilidade e aos investimentos realizados pela conjugação dos seus habitantes, descendentes e autarquias, que elevaram Lourizela à categoria da aldeia mais fotogénica de todo o concelho, ou mesmo da Região Centro.

Berço de grandes empreendedores que ajudaram a construir a economia aguedense durante toda a segunda metade do século XX, tal como a família Varandas e os irmãos Bastos, Lourizela resistiu à desertificação e impôs-se como uma das maravilhas mais votadas do concelho de Águeda.

A recuperação tradicional e rigorosa de dezenas das suas velhas habitações, dotando-as de conforto, ajardinamento sóbrio, mas integrado com a vistosa combinação de pedra xistosa com as molduras graníticas das janelas oitocentistas, projectou Lourizela para as visitas virtuais na Internet, observadas e comentadas em todo o mundo.

Porém, nada substitui o contacto físico e presente, enchendo a vista, enquanto outros sentidos se ocupam com o chilreio da passarada ou com o cheiro montês das manchas da vegetação natural de loureiros, medronheiros, rosmaninho e muitas outras espécies arbustivas de ocorrência natural.

A ANATUAL – Associação de Moradores e Melhoramentos de Lourizela, tem sido exemplar: uma espécie de anjo da guarda, deixando prever que o futuro será crescente e as novas iniciativas de promoção turística não serão desperdiçadas, fazendo deste canto serrano um caso exemplar de recuperação, não apenas física, mas sobretudo ao nível das tradições e das vivências, para que seja a cultura a dinamizar o combate à desertificação que aflige e mata algumas aldeias vizinhas.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 10:05

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