Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

Vandalismo no Parque da Cidade da Mealhada

Prejuízos cifram-se já em mais de 5 mil euros

O Parque Urbano da Mealhada tem sido alvo de actos de vandalismo durante os últimos quinze dias. Um poste de luz partido, dois caixotes do lixo arrancados, bebedores estragados, luminárias dos candeeiros partidas e mais de 40 loureiros e 20 medronheiros desenraizados é o balanço dos estragos. Os prejuízos causados cifram-se já em mais de 5 mil euros.

O Parque da Cidade tem sido o mais recente local escolhido para a prática de actos de vandalismo na Mealhada. Durante os últimos quinze dias já partiram um poste de luz, situado junto ao campo de basquetebol; arrancaram dois caixotes do lixo, um dos quais foi atirado ao lago; estragaram vários bebedores; partiram as luminárias de, pelo menos, dois candeeiros e arrancaram 40 loureiros e 20 medronheiros. As primeiras estimativas apontam para prejuízos acima dos 5 mil euros.

Recorde-se que cerca de meia centena de sinais de trânsito do concelho foram, há mais de um mês, alvo de actos de vandalismo e que as rotundas do município têm sido também vandalizadas, através do furto de plantas e mais recentemente de pedra ornamental. A Câmara Municipal da Mealhada tem comunicado sempre o sucedido às autoridades municipais, tendo já sido identificado pelo menos um autor de furto. 

O presidente da Câmara da Mealhada lamenta tais “actos de puro vandalismo” e reitera o apelo ao “civismo dos cidadãos”, solicitando a contribuição e vigilância de todos para a preservação do espaço público. Carlos Cabral recorda que estas práticas lesivas do património público custam muito dinheiro à autarquia, dinheiro este proveniente dos impostos e, por conseguinte, dinheiro que é de todos os contribuintes do concelho.

 

 

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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2009

Museu Marítimo de Ílhavo completa 72 anos amanhã

Comemoração está integrada no programa MarAgosto/Festas do Município de Ílhavo 2009

Integrado no programa MarAgosto/Festas do Município de Ílhavo 2009, o Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) celebra a sua existência de mais de sete décadas e assinala o aniversário da abertura do seu pólo, o navio-museu Santo André, amanhã, dia 8 de Agosto.

O programa comemorativo da fundação do Museu (8 de Agosto de 1937) organiza-se “sob o signo da pluralização das memórias do nosso património mais emblemático: a pesca do bacalhau”, conforme referiu Álvaro Garrido, director do MMI.

A abertura da III série do projecto expositivo “Nos Porões da Memória”, desta vez com um trabalho de fotografia e texto do canadiano Wayne Ralph, permite partilhar com o público a visão estética e documental de um estrangeiro sobre a presença regular da White Fleet em St. John’s.

A exposição articular-se-á com um outro registo memorial vindo da América do Norte: uma palestra sobre o Gazela Primeiro, um dos poucos veleiros da frota bacalhoeira portuguesa que ainda navega, sob o cuidado da fundação Philadelphia Ship Preservation Guild.

“No sentido de combinarmos conhecimento e lazer e de utilizarmos o nosso edifício de modos sempre diversos, o Museu organizará também duas demonstrações de nautimodelismo, uma actividade em grande expansão no âmbito das novas formas de expressão da cultura náutica”, explicou Álvaro Garrido.

 

Jantar “À Proa do Museu”

A noite do dia 8 de Agosto fechará com um jantar, “À Proa do Museu”, uma refeição servida pela Confraria Gastronómica do Bacalhau, que permitirá provar alguns sabores das dietas de bordo dos antigos lugres bacalhoeiros.

“A música encerra este dia longo e aberto a todos quantos nos queiram visitar e celebrar connosco o aniversário do Museu”, rematou o director do MMI.

 

Um vasto programa

O MMI vai festejar 72 anos de existência amanhã, presenteando todos os visitantes com um programa vasto.

Entre as 10 e as 24 horas o dia será aberto. Das 10 às 11.30 horas e das 16 às 17.30 horas vão haver demonstrações de nautimodelismo no lago do Museu.

Das 14 às 18 horas vão realizar-se ateliers temáticos. Às 18 horas tem lugar a sessão comemorativa, com uma palestra de José Luís Fernandes, membro da fundação Philadelphia Ship Preservation Guild - Gazela Primeiro.

Nesta altura será feita a abertura da exposição de tesouros da colecção do MMI - Bússolas e ainda a abertura da exposição “Nos Porões da Memória III” - fotografia e texto de Wayne Ralph.

Entre as 19.30 e as 22 horas será o Jantar de Bacalhoeiro, servido pela Confraria Gastronómica do Bacalhau, que inclui Pataniscas, Línguas, Chora, Feijoada de Samos e Massada de Bacalhau e custa 10 euros por pessoa.

Às 22 horas tem lugar o espectáculo de música no jardim interior do Museu intitulado “As 3 Marias” (www.myspace.com/3smarias).

 

“As 3 Marias”

“As 3 Marias” são um novo projecto musical, nascido no Porto. Na sua música notam-se influências dos clássicos do tango, misturados com flamenco, bolero, bossa, jazz e outros imaginários musicais.

Sendo o tango uma mistura de vários ritmos, de diferentes tendências, “As 3 Marias” optam pelo tango-canção, onde a letra tem a mesma relevância que a parte instrumental, característica deste estilo musical.

 

 

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Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Dia da Floresta e Dia da Água

Árvores e peixes “amigos do ambiente” em exposição no concelho da Mealhada

A Câmara Municipal da Mealhada organizou mais uma das habituais Actividades de Educação Ambiental, desta vez para assinalar o Dia da Floresta, a 21 de Março, e o Dia da Água, a 22 de Março. A actividade, direccionada às crianças dos jardins-de-infância e escolas do 1º ciclo do Ensino Básico do concelho, consistiu na elaboração de esculturas de árvores com materiais orgânicos para celebrar o Dia da Floresta e na elaboração de peixes flutuantes com materiais recicláveis para celebrar o Dia da Água.

Os jardins-de-infância da Lameira de São Pedro, do Carqueijo e da Pampilhosa, bem como as escolas do 1º ciclo do Ensino Básico da Lameira de São Pedro e da Mealhada decidiram participar no desafio do Dia da Florestas e realizaram já várias esculturas de árvores que vão ficar expostas, no Jardim Municipal da Mealhada, de 16 a 25 de Março, enquanto o Jardim-de-Infância de Valongo foi o único a aceitar a proposta para o Dia da Água e a criar “peixes flutuantes” que vão ficar expostos num lago do jardim-de-infância, próximo do Cine-Teatro Municipal Messias, nas mesmas datas, isto é, de 16 a 25 de Março.

 

 

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Sábado, 27 de Dezembro de 2008

Até dia 6 de Janeiro

Mais de 33 mil lâmpadas iluminam vivenda e jardim em Chipar de Cima (Vilarinho do Bairro, Anadia)

A casa de Armando Ferreira, no lugar de Chipar de Cima, freguesia de Vilarinho do Bairro, Anadia, é durante o mês de Dezembro um dos ex-líbris da região, visitado por pequenos e graúdos, de toda a região e fora dela. O motivo é único: mais de 33 mil lâmpadas são colocadas pelo emigrante em torno da vivenda e pelo jardim, tradição que cumpre, quase religiosamente, de dois em dois anos.

“É a quinta vez que o faço aqui em Chipar de Cima. Sou emigrante nos Estados Unidos da América (EUA), no Estado de Nova Iorque e foi lá que ganhei este gosto, porque era muito gratificante ver a alegria dos meus filhos quando colocava as iluminações de Natal”, recorda.

Para levar a cabo esta “missão natalícia” - que acontece de dois em dois anos porque um Natal é passado em Anadia, outro nos EUA - Armando Ferreira põe mãos à obra no início de Outubro. Diz ser necessária muita paciência, porque todos os cabos têm de ser experimentados antes de serem colocados, para verificar se há lâmpadas fundidas.

“Tenho brio nisto. E se é necessário reparar cabos tem de se fazer, passando cabo por cabo, para todas as lâmpadas ficarem acesas. Posto isto é pelo telhado que começo”, explica, com entusiasmo.

Após os fios estarem todos espalhados, Armando Ferreira, 65 anos, começa a fazer as ligações. “São mais de 33 mil lâmpadas e mais de 300 metros de fio de distribuição para as luzes”, afirma, satisfeito. As luzes das janelas, portas e da árvore de Natal (um lindo azevinho) são de cor. As restantes são brancas.

 

Iluminação até dia 6 de Janeiro

Este ano cumpre-se o feito. E no passado dia 6 a casa e o jardim, situados em frente ao Lago de Santa Marinha, iluminaram-se pela primeira vez. Entre as 18 e as 24 horas é possível contemplar a iluminação de Armando Ferreira, até dia 6 de Janeiro. As suas luzes são já consideradas uma atracção nas redondezas e não só, chegando a fazer deslocar excursões de diversos pontos do país, como foi o caso de Portimão, há dois anos.

Armando Ferreira conta que os carros chegam como se de uma romaria se tratasse. E da varanda, o emigrante espreita para os carros que estão estacionados junto ao lago, vendo-se apenas os flashes das máquinas fotográficas a disparar.

Além da sua casa, em Chipar de Cima, também em Aguada de Cima (Águeda) há uma casa com iluminação de Natal peculiar.

Este ano o presépio de Armando Ferreira ocupa outro lugar, estando no topo da escadaria, com um Pai Natal ao lado, que dá as boas-vindas. O emigrante apela a que quem vier e apanhar o portão fechado “toque à campainha para entrar e verem de perto. Delicio-me ao ver as crianças felizes com as renas do jardim ou com o insuflável e também com o Pai Natal, que canta e dança”.

 

Solidariedade não é esquecida

Armando Ferreira nunca fez contas à electricidade que gasta quando ilumina a sua casa durante o mês de Dezembro. Mas já houve quem quisesse deixar donativos. O facto de não aceitar levou-o a realizar uma campanha de angariação de fundos, que começou há dois anos e continua agora, revertendo para a “Obra do Frei Gil”, na Praia de Mira, para crianças carenciadas. “O ano passado enchemos a caixinha. No total foram arrecadados 629 euros”, diz o emigrante, que espera somar este ano, pelo menos, a mesma quantia. (Foto: Davide Silva)

 

 

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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Obra da Associação Cultural de Chipar de Cima

Terrenos pantanosos são transformados em Lago

O lugar de Chipar de Cima, freguesia de Vilarinho do Bairro, Anadia, tem já concluído o Lago de Santa Marinha, padroeira da terra, faltando agora terminar os arranjos em redor. O mérito vai para a Associação Cultural de Chipar de Cima, que colocou mãos à obra para transformar terrenos pantanosos, que estavam cobertos de silvas, num lago bonito e cuidado.

Armando Ferreira, no lugar do presidente da Direcção da associação - visto este ter-se demitido -, recorda que de há anos para cá os terrenos onde está hoje o lago se foram transformando num silvado, sendo que nos últimos anos tornaram-se num aterro de lixo.

Imigrante nos Estados Unidos da América, há 12 anos começou a organizar festas para angariar fundos e a Associação Cultural de Chipar de Cima começar a comprar os terrenos.

“Há quatro anos comprámos mais terrenos e começámos a trabalhar. Fui ter com a Câmara Municipal de Anadia, que também deu apoio”. Mário Heleno, presidente da Junta de Vilarinho do Bairro, também colaborou e vai continuar: “É nosso objectivo continuar a criar zonas de convívio e lazer. Além da Lagoa de Torres, temos agora este bonito lago na freguesia”.

“Em Março começou-se a abrir o lago, com máquinas pagas pela Câmara. A mão-de-obra foi dada pela população”, disse Armando Ferreira.

Agora está previsto relvar o espaço circundante, plantar árvores e colocar candeeiros, transformando a rua numa avenida, visto que também a estrada vai alargar 1,5 metros. “Ainda pretendemos colocar churrasqueiras e fazer um percurso, com areia amarela e uma largura de três metros, que percorra todo o lago. Uma espécie de um percurso pedonal. Além disso pretendemos colocar mesas, para fazer um parque de merendas e baloiços”, rematou Armando Ferreira.

Até à data, o investimento feito no lago já ultrapassa os 25 mil euros. A associação pretende continuar a comprar terrenos, para o espaço ficar mais limpo à volta do lago. (Foto: Davide Silva)

 

 

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