Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

ACIB e Kiwicoop promoveram “II Festival do Kiwi”

Certame decorreu no Espaço Inovação, em Oliveira do Bairro

A Associação Comercial e Industrial da Bairrada (ACIB) e a Kiwicoop organizaram, de 11 a 19 de Julho, o “II Festival do Kiwi”, que decorreu no recinto da FIACOBA, no Espaço Inovação - Zona Industrial de Vila Verde, em Oliveira do Bairro.

As duas entidades levaram a cabo várias actividades, tendo em vista a promoção do kiwi, visto a Bairrada ter uma produção significativa deste fruto e a Kiwicoop ser a maior e única cooperativa nacional de kiwi - a qual se dedica, em exclusivo, à produção, recolha, tratamento e comercialização deste fruto.

Das diversas iniciativas destacam-se a demonstração ao vivo de pratos confeccionados com kiwi, a maior tartelette de kiwi - com 138,7 metros - e o concurso de melhor sobremesa com kiwi.

 

Cozinha ao vivo

A demonstração ao vivo de pratos confeccionados com kiwi decorreu de 11 a 17 de Julho, tendo como objectivo promover e integrar a utilização do kiwi nos cozinhados.

A iniciativa contou com a presença de vários chefes conhecidos como Jorge Fernandes, Alain Thiriart, Armindo Alves, Manuel Gonçalves, Richard Stuiver, Carlos Capote e ainda Paulo Queirós e com as formandas do curso EFA de Cozinha, que decorre na ACIB. As formandas estiveram também a ajudar os diversos chefes.

Além dos chefes, a actividade contou com a presença de enólogos que sugeriram os vinhos e espumantes mais adequados para acompanhar cada prato que foi confeccionado.

 

Maior tartelette com kiwi

No dia 18 foi apresentada a maior tartelette com kiwi, que tinha 138,7 metros de comprimento. O objectivo inicial eram 130 metros, acabando por ser superado.

A tartelette foi confeccionada pelas formandas e formadores do curso EFA de Cozinha.

A montagem da tartelette iniciou pelas 16.30 horas, tendo terminado às 19 horas. No final, todos os visitantes da FIACOBA puderam degustar uma fatia.

Esta foi a segunda vez que a ACIB e a Kiwicoop se aliaram na confecção da maior tartelette de kiwi. Em 2005 foram confeccionados 112 metros de tartelette, para os quais foram necessários 150 quilos de kiwi.

 

IV edição do concurso de Melhor Sobremesa com Kiwi

A Pastelaria Aqua Doce, de Aguada de Cima, e o Centro Social e Cultural Nossa Senhora do Ó de Aguim foram os vencedores da IV edição do concurso de Melhor Sobremesa com Kiwi, que aconteceu no dia 19.

A Pastelaria Aqua Doce, com a sobremesa “Envergonhado” foi a primeira classificada da categoria Profissionais (Padarias, Pastelarias, Restaurantes, Escolas de Hotelaria e Profissionais da área) e o Centro Social e Cultural Nossa Senhora do Ó de Aguim venceu na categoria Amadores (Público em Geral e Associações), com a sobremesa “Flagrante Delícia de Kiwi”.

O segundo lugar na categoria Profissionais foi também para a Aqua Doce, com a sobremesa “Circo de Kiwi”, tendo a pastelaria Chocolate Chocolate, da Praia da Barra, ficado em terceiro lugar com “Smoking de Kiwi”.

Na categoria Amadores, o Centro Cultural de Sá ficou em segundo e em terceiro lugares com as sobremesas “Kiwibom” e “Kiwicoco”, respectivamente.

Com esta iniciativa, a ACIB pretendeu promover a utilização dos kiwis na confecção de sobremesas, fomentado assim a gastronomia da região.

Foram nove dias dedicados ao kiwi, sendo mostradas as várias potencialidades e a importância deste fruto na alimentação.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 08:47

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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

Hoje é a vez do futebolista João Tomás mostrar dotes culinários em Oliveira do Bairro

Nuno Graciano veste papel de cozinheiro no Restaurante Quinta do Vale

Nuno Graciano foi o primeiro convidado da iniciativa “Cozinhar no Restaurante Quinta do Vale com...” no dia 3. O apresentador mostrou que também neste campo é capaz de “dar cartas”, deixando todos os comensais agradavelmente surpreendidos com os três pratos que confeccionou.

Nuno Graciano, que diz ter aprendido a cozinhar com a avó, trouxe três pratos da cozinha tradicional portuguesa: canja de galinha, onde usou a galinha cozida, “desfiada e também os miúdos”; arroz de polvo, “maladrinho, com o molho ainda a fervilhar nos pratos” e jardineira.

Na cozinha do restaurante, situado em Oliveira do Bairro e a funcionar desde Junho, contou com a “preciosa ajuda” dos dois chefes, Fernando Heleno (da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra) e Jorge Fernandes (da Escola de Hotelaria e Turismo de Mirandela), que prepararam a primeira degustação: salada de grão com bacalhau e couve, pasta de queijo com azeitona e orégãos e salada de atum com camarão e pimentos. Também a sobremesa esteve a cargo dos dois chefes: bavaroise de chocolate com bolo seco de coco, gelado de tangerina e coli de frutos vermelhos.

O júri, constituído pelos dois chefes do restaurante e por três jornalistas, teve acesso a uma ficha individual de avaliação, onde constavam cinco parâmetros de avaliação - apresentação, técnica, confecção, degustação e equilíbrio -, aos quais os pratos cozinhados por Nuno Graciano foram submetidos.

Os resultados finais ficaram no segredo dos Deuses, sendo só conhecidos no final da iniciativa, que para já vai prolongar-se durante quatro meses. Gustavo Maya e Carlos Ferreira, responsáveis pelo Quinta do Vale, admitem que como há pessoas em casa que não sabem cozinhar, decidiram ir buscar figuras públicas dos mais variados ramos “para assim dar o exemplo”.

Nuno Graciano, sempre sorridente, considerou a experiência “fantástica. Tive a possibilidade de reproduzir num restaurante o que faço em casa. São pratos de eleição que sirvo aos meus amigos”.

O apresentador de televisão repetiu que sem a ajuda dos dois chefes não teria conseguido o mesmo resultado, confessando ter acabado por aprender técnicas novas com ambos. Admitiu ter tido algum receio quando lhe foi proposto o desafio, “porque não sabia como transpor para restaurante o que faço em casa”.

Fernando Heleno gabou a actuação de Nuno Graciano, que mal entrou na cozinha colocou no mesmo momento “mãos à obra”. A cozinha “era dele. A coragem de trazer a cozinha tradicional portuguesa para esta noite é de se louvar. O Nuno Graciano levantou-se várias vezes da mesa para ir à cozinha espreitar os tachos, mostrando que não veio apenas para fazer uma refeição”.

Também Jorge Fernandes enalteceu a postura de Nuno Graciano, “muito à vontade e tranquila” e os pratos confeccionados.

Hoje a iniciativa continua, mas desta vez com João Tomás, jogador do Boavista Futebol Clube.

Convém lembrar que o restaurante vai estar aberto ao público em todas as noites que a iniciativa se realizar, por norma à sexta-feira ou sábado ao jantar. Mas quem se dirigir ao espaço nessas noites, terá de comer os pratos confeccionados pelas figuras públicas.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 07:16

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