Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Urgências de Anadia regressam à última Assembleia Municipal

Após período da Ordem do Dia, deputados foram convidados a fazer balanço do mandato

O encerramento das Urgências do Hospital José Luciano de Castro de Anadia foram o tema dominante na sessão ordinária da Assembleia Municipal de Anadia do dia 30 de Setembro, a última do actual mandato, que serviu também para fazer um balanço destes quatro anos, assim como das alterações que foram processadas.

Foi João Morais, deputado da CDU, que tocou na ferida, lembrando que ao chegar ao final do mandato e de um ano de “aspirações de melhorias, chegamos à conclusão que há um compromisso que não foi cumprido”. O deputado foi mais longe, questionando Litério Marques, presidente da Câmara Municipal de Anadia, sobre a possibilidade do protocolo das Urgências ter sido negociado em “parceria”, reflectindo-se na construção do “Velódromo Nacional de Sangalhos ou no nó de ligação à A1”, que entretanto ainda não se concretizou.

Litério Marques começou por dizer que “a época é fértil para a imaginação e questionou João Morais sobre o porquê da população ter desmobilizado e parado com as acções de rua”. Lembrou que a ministra da Saúde, Ana Jorge, nunca reuniu condições para assinar o protocolo e que por isso mesmo nunca o assinou.

“A Consulta Aberta não passou de um engano, porque não tem a ver com o Hospital, mas sim com o Centro de Saúde de Anadia. E essa consulta vai fechar quando forem criadas as Unidades de Saúde Familiar”, advertiu o autarca.

Cardoso Leal, líder de bancada do PS, não gostou de algumas das palavras usadas por Litério Marques e lembrou que o Hospital “afinal até tem ganho consultas de especialidade e a Consulta Aberta tem funcionado em termos do agrado geral da população”, dizendo ao autarca que “alarmar nesta altura não fica bem”.

Prontamente, Litério disse não esperar outra coisa do deputado socialista, “por estarmos em período de campanha eleitoral. Quero também dizer que as consultas de especialidade não são para os anadienses. Só é cego quem não quer ver. Fomos penalizadios pelo PS nas Urgências. Interessa manter a Consulta Aberta no Hospital apenas para dizer que está aberto”.

 

Balanço do mandato

Depois do período de Ordem do Dia, cada líder de bancada foi convidado a fazer o balanço/avaliação do fim da legislatura.

António Cavadas, deputado independente, disse que este foi um “mandato francamente positivo”. Felicitou José Manuel Ribeiro, presidente da Assembleia Municipal de Anadia, “pela maneira subtil como dirigiu os trabalhos da mesa”.

João Morais reconheceu ter sido duro com algumas forças políticas, mas foi o “meu sentido de consciência”. O deputado da CDU enalteceu o trabalho de José Ribeiro, pela forma “corajosa como conduziu os trabalhos”. Também Cardoso Leal, que teve aqui a sua primeira experiência de política autárquica, admitiu ter servido para “muito aprender”, dizendo que José Ribeiro foi “exemplar” na condução dos trabalhos.

Do PSD foi José Veloso que falou, dando os parabéns a José Ribeiro pela forma “magistral como liderou as sessões”. Litério Marques disse que a democracia em Anadia funcionou, deixando um agradecimento a todos.

Por último, José Ribeiro disse sentir a “satisfação de dever cumprido e com a consciência tranquila”, referindo algumas alterações que ocorreram neste mandato: novo regimento; criação da Conferência dos Representantes dos Grupos Municipais, que reuniu mais de 30 vezes; delegações da Assembleia Municipal que se deslocaram às escolas para os Colóquios do 25 de Abril; alteração da distribuição dos tempos e organização de intervenções; clarificação das várias formas do uso da palavra; alteração da hora das sessões, que teve como objectivo possibilitar aos cidadãos uma participação mais activa; em relação às actas, prescindiu-se da sua leitura no início das sessões, informatização e transcrição de intervenções.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 08:48

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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Obra orçada em mais de 2 milhões de euros

Cavaco Silva vai inaugurar Cine-Teatro Municipal de Anadia

A Câmara Municipal de Anadia vai proceder à inauguração do Cine-Teatro Municipal de Anadia, no próximo dia 6 de Fevereiro (sexta-feira), pelas 21.30 horas, com a presença do presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

Durante décadas, Anadia acorreu ao Cine-Teatro São Jorge para assistir a um bom cinema e aplaudir os seus grupos de teatro, artistas e companhias de renome que ali actuaram. No entanto, a degradação do edifício ditou o seu encerramento, e logo a população reclamou da autarquia a supressão desta lacuna no seu panorama cultural.

Face à inexistência, na área do município de Anadia, de infra-estruturas capazes de acolher as mais diversas disciplinas artísticas, foi fundamental a construção de um novo edifício de forma a possibilitar a criação de um espaço multifuncional, moderno e de qualidade.

O Cine-Teatro de Anadia, situado na zona do Montouro, surge da necessidade de substituir o antigo Cine-Teatro São Jorge, em total degradação e com deficientes condições de segurança, bem como do cumprimento das novas regras de eliminação das barreiras arquitectónicas existentes. Surge ainda como forma de diversificar a oferta cultural do município de Anadia e da região, apostando numa programação cuidada e qualificada nas diversas áreas, que potenciem o Cine-Teatro como espaço cultural moderno e que promova com qualidade o cinema, o teatro, a música, a dança, os colóquios, os congressos, as conferências, entre outros.

Apesar do grande esforço financeiro efectuado pela autarquia, este projecto pretende não só corresponder ao velho anseio dos munícipes - que não cessam de exigir que seja restituído ao teatro o brilho e o dinamismo de outrora -, mas também de dar condições de trabalho aos muitos grupos e associações que se esforçam por manter uma actividade regular e de bom nível, promovendo as suas próprias criações ou trazendo até nós a arte daqueles com quem vêm estabelecendo intercâmbios.

 

Capacidade para 270 lugares

O novo Cine-Teatro de Anadia, orçado em cerca de 2 milhões e 100 mil euros, tem uma implantação de 1182 m2 e uma área bruta de construção de 2180 m2, pelos quais estão distribuídas as áreas correspondentes ao auditório, com capacidade total para 270 lugares, que engloba a plateia e o balcão, sendo seis lugares reservados a pessoas com deficiência motora; sub-palco; oficina; arrecadações; lavandaria; cabina de bombeiro; dois camarins individuais e dois camarins duplos; palco; cafetaria; régie e zona de foyer.

Este espaço possui ainda parque de estacionamento próprio.

O equipamento cénico, iluminação, som e projecção existente é inovador, utilizando novas tecnologias de programação.

 

José Cid actua na inauguração

Como programa de inauguração, este novo espaço cultural contará com as actuações do Grupo Coral Clunny Vox, seguido da actuação do artista nosso conterrâneo José Cid. A cerimónia de inauguração terminará com um espectáculo pirotécnico-musical.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 07:21

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Domingo, 7 de Setembro de 2008

Evento canino em Oliveira do Bairro

Espaço Inovação recebe hoje o “melhor amigo do homem”

Hoje, dia 7 de Setembro, o Espaço Inovação, na Zona Industrial de Vila Verde (Oliveira do Bairro), vai proporcionar um dia em cheio, dedicado ao melhor amigo do homem, o cão.

O evento tem a organização da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, em parceria com o Clube de Caça e Pesca de Oliveira do Bairro e o Clube Português de Canicultura.

A iniciativa terá início às 10 horas e estende-se pelo dia inteiro, fazendo parte do programa um encontro de caçadores, uma mostra de Podengos, um colóquio sobre o “Cão Podengo” – por Vítor Veiga e Gabriela Veiga -, uma palestra sobre nutrição canina, uma demonstração de “Agility”, o 1º Concurso Nacional Canino de Beleza, encerrando com uma demonstração de “Obedience”.

Um dia certamente diferente, que juntará amantes e conhecedores dos cães, num evento perto de si e que vale a pena visitar.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 08:39

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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

1ª Edição do Prémio Manuel Alegre

Incentivar e promover a escrita são os principais objectivos

A Câmara Municipal de Águeda apresentou, em conferência de imprensa, no dia 2 de Abril, a 1ª Edição do Prémio Manuel Alegre.

A apresentação do Prémio Manuel Alegre pretende incentivar e promover a escrita, criando oportunidades para o aparecimento de novos autores. Este prémio terá a frequência bienal e destina-se a pessoas que não tenham ainda nenhum livro publicado.

Estiveram presentes na conferência de imprensa o presidente da Câmara Municipal de Águeda, Gil Nadais e a vereadora dos pelouros da Educação e da Cultura, Elsa Corga. Em colóquio com os jornalistas presentes na sessão, o autarca referiu que este "é um prémio que terá elevada adesão e participação, por parte do público, pois apresenta bons incentivos, como um júri, composto por personalidades de Águeda, de reconhecida qualidade e competência, e um prémio pecuniário de 5000 euros".

A vereadora da Educação e da Cultura referiu que "nesta primeira edição, o Prémio Manuel Alegre privilegiará a poesia, sendo que em outras edições o género literário poderá mudar". Sublinhou a importância da institucionalização deste prémio por parte da autarquia, afirmando que o mesmo "promoverá e incentivará a escrita".

 

Textos inéditos e entregues até 30 de Junho

Os textos terão de ser obrigatoriamente inéditos, de produção individual e entregues até 30 de Junho para a seguinte morada: Prémio Manuel Alegre, Câmara Municipal de Águeda, Praça do Município, 3750-500 Águeda. A divulgação dos resultados será em todo o mês de Setembro de 2008, em data a anunciar.

O júri será constituído pelos seguintes elementos: Gil Nadais – presidente da Câmara Municipal de Águeda; Paulo Sucena – escritor e investigador da obra literária de Manuel Alegre; Graça Rio-Torto – professora na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra; Lídia Jorge – escritora; Daniel Marques Ferreira – escritor aguedense com obra publicada e professor; Clara Rocha – professora na Universidade Nova de Lisboa; Nuno Júdice – poeta e ensaísta.

 

Para mais esclarecimentos e/ou informações, deverá contactar a:

Biblioteca Municipal de Águeda

Largo António Homem de Mello

3750-107 Águeda

Telefone: 234 624 688

Correio Electrónico: biblioteca@cm-agueda.pt

publicado por quiosquedasletras às 10:34

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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

Terceira Idade esteve em debate no auditório da Biblioteca Municipal

Sensibilizar para a discriminação no idoso

O auditório da Biblioteca Municipal da Mealhada foi palco, dia 7 de Dezembro, de um colóquio subordinado ao tema “Abandono, Solidão e Maus-Tratos na Terceira Idade”. Uma iniciativa levada a cabo pela autarquia, no âmbito do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos, que contou com um público diverso, entre técnicos superiores de diferentes áreas, representantes e utentes de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e público em geral.

O colóquio teve como objectivos sensibilizar para a existência de discriminação na Terceira Idade, perceber o impacto psicológico dos maus tratos, abandono e solidão nesta fase da vida, analisar a importância das instituições na vida do idoso e promover uma maior mobilização no acompanhamento do idoso.

A sessão teve início com o discurso da assistente social Mónica Teixeira, especialista em Geriatria e Gerontologia, que abordou a temática da institucionalização, encarada como “solidão acompanhada”, dos problemas que levam a recorrer a ela, da adaptação do idoso e dos perigos dessa ser a única alternativa. A palestrante concluiu o seu discurso defendendo ser importante humanizar as instituições, adaptando-as às necessidades e direitos do ser humano. O discurso foi enriquecido com o testemunho real de uma utente do Centro Social, Recreativo e Cultural da Pedralva, São Lourenço do Bairro, Anadia.

Já Rita Costa, representante da Santa Casa da Misericórdia de Mealhada, começou por apresentar a respectiva instituição, as principais actividades de apoio à Terceira Idade, prosseguindo com uma abordagem sobre o percurso do idoso na instituição. O testemunho de um utente da Santa Casa da Misericórdia de Mealhada, que relatou o seu quotidiano na instituição, complementou a apresentação.

Carminda Braga Gomes, psicóloga especializada em Psico-gerontologia, encerrou os discursos, abordando a temática dos maus tratos e negligência na Terceira Idade, nomeadamente os tipos de abuso e abusadores, os diferentes contextos de abuso, os seus níveis de visibilidade, a negligência, os factores de risco e de manutenção e, por fim, o medo e os indicadores de abuso. A psicóloga terminou a sua apresentação com indicações do que se deve fazer na presença de sinais de abuso ou negligência no idoso.

publicado por quiosquedasletras às 09:57

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Sábado, 1 de Dezembro de 2007

Colóquio sobre Imigração no auditório da Biblioteca Municipal

Alberto Teixeira promete Curso de Português para estrangeiros na Mealhada

O auditório da Biblioteca Municipal da Mealhada foi palco, dia 23 de Novembro, de um colóquio subordinado ao tema “Imigração: por uma sociedade justa e diversa”. Uma iniciativa levada a cabo pela autarquia e pelo Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes do concelho, no âmbito do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos, que contou com um público diverso, entre técnicos superiores das mais diferentes áreas, representantes de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), escolas concelhias e imigrantes estabelecidos no concelho.

Alertar para a necessidade de prevenção de situações de discriminação e exploração, promover a integração plena da comunidade imigrante e sensibilizar para o contributo dos imigrantes para o desenvolvimento do país foram os objectivos do colóquio.

A sessão teve início pelas 9.30 horas, com o discurso da vice-presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Filomena Pinheiro, que abordou a importância do papel da autarquia na integração plena dos imigrantes no concelho, lembrando que a Câmara Municipal sempre se empenhou em potenciar e facilitar essa integração, tendo mesmo criado, em parceria com o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, o primeiro Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes “autárquico” do país. “Queremos que a integração dos imigrantes no nosso concelho seja plena, que possam integrar os seus filhos nos diferentes níveis de ensino, que possam partilhar as suas tradições a nível social, cultural e desportivo”, resumiu.

O colóquio prosseguiu com a intervenção do representante da Delegação Regional dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras. Luís Leal centrou o seu discurso na Nova Lei da Imigração, expondo os seus principais aspectos e o seu impacto na regularização dos imigrantes em situação ilegal e defendendo que a nova legislação “facilita e melhora a vida dos imigrantes”. O inspector-adjunto falou ainda da necessidade de todos os organismos do Estado actuarem de forma mais concertada, para assim poderem simplificar a regularização dos imigrantes que reúnam os requisitos necessários à sua legalização.

 

ACT quer melhorar condições de trabalho

Já Alberto Teixeira, representante da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) do Centro Local do Baixo Vouga, falou desta nova entidade que substitui a Inspecção-Geral do Trabalho: “A ACT tem como objectivos a promoção da melhoria das condições de trabalho, o controlo do cumprimentos das normas em matéria laboral, a promoção de políticas de prevenção dos riscos profissionais e, por último, o controlo do cumprimento da legislação relativa à segurança e saúde no trabalho”, resumiu.

O presidente da Associação Comercial e Industrial da Mealhada (ACIM) foi o último orador a intervir. Carlos Pinheiro apresentou um conjunto de dados relativos à população imigrante que se encontra a trabalhar ou inscrita para emprego no concelho da Mealhada, defendendo a importância da contribuição desta população activa para o desenvolvimento do município. “Esta população tem vindo a suprimir a falta de mão-de-obra em alguns sectores da economia”, frisou, referindo ainda a elevada taxa de inserção profissional dos imigrantes estabelecidos no concelho, promovida pela ACIM.

O colóquio terminou já passava das 12.30 horas, depois de um espaço de debate que permitiu aos participantes tirarem as suas dúvidas junto dos oradores presentes na mesa. O debate centrou-se no problema das barreiras linguísticas, apresentado por alguns imigrantes presentes. No final, Alberto Teixeira deixou a promessa de promover, no concelho da Mealhada, um Curso de Português para estrangeiros.

publicado por quiosquedasletras às 17:20

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