Domingo, 6 de Setembro de 2009

Parque Urbano da cidade da Mealhada

Câmara Municipal considera bom e adequado o piso da pista pedonal/ciclovia aplicado pelo empreiteiro

A Câmara Municipal da Mealhada decidiu aceitar como bom e ajustado ao fim a que se destina o piso da pista pedonal/ciclovia do Parque Urbano (antigos Viveiros Florestais), aplicado pelo empreiteiro em substituição daquele que constava do caderno de encargos.

A decisão foi tomada na última reunião de Câmara, por maioria (cinco votos a favor e um contra), depois de um estudo encomendado à Universidade de Aveiro/Departamento de Engenharia Civil, ter concluído, com base na análise de amostras colhidas no local (caroteamento), que o piso aplicado pelo construtor não só não perspectiva diferenças de desempenho significativamente diferentes (quando comparado com o piso previsto no caderno de encargos da obra), como  é perfeitamente “adequado” aos objectivos do projecto.

A deliberação, votada favoravelmente pelos eleitos socialistas (presidente da Câmara, Carlos Cabral, e três vereadores) e pelo vereador Gonçalo Breda (eleito pelo PSD, mas, presentemente, sem  a confiança política do partido), teve o voto contra do vereador Carlos Marques, igualmente eleito pelo PSD e, actualmente, sem a confiança política do mesmo partido.

O vereador João Pires (PSD) não participou na deliberação, por se ter ausentado da reunião antes da votação.

Além dos resultados do estudo desenvolvido pelo Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Aveiro, a Câmara teve, também, em conta a opinião do autor do projecto, que aprovou a alteração do piso, e o parecer técnico do Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico da Universidade Coimbra (ITecons), que apontou, até, algumas vantagens aos materiais efectivamente utilizados pelo empreiteiro.

Uma vez que a obra está praticamente concluída, a Câmara Municipal prevê que o Parque Urbano possa ser aberto ao público - e colocado à disposição da população - muito em breve.

A data da inauguração será anunciada em tempo oportuno.

 

 

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Sexta-feira, 24 de Julho de 2009

“Estamos Prontos…” é lema da candidatura do PS Anadia às autárquicas

Lino Pintado, cabeça de lista à Câmara Municipal, promete site interactivo

Finalmente foi desvendado o mistério. Os cartazes com fundo violeta, espalhados por Anadia, onde pode ler-se “Estamos Prontos...” dizem respeito à candidatura do Partido Socialista (PS) Anadia, que apresenta Lino Pintado como cabeça de lista à Câmara Municipal de Anadia.

Muita gente andava intrigada, questionando-se sobre a proveniência dos cartazes e outdoors que estão colocados um pouco por todo o concelho. Havia quem associasse a cor dos cartazes ao actual Executivo PSD, liderado por Litério Marques - e à sua recandidatura pelos social-democratas -, por o roxo estar ligado à autarquia, sendo a cor usada quer a nível promocional, quer das actividades que são organizadas.

“A cor do município não é propriedade do PSD. É de todos nós”, defendeu Lino Pintado, que não deixa de admitir que os cartazes, já colocados há alguns dias, despertaram a curiosidade dos anadienses. 

 

“Estamos Prontos...”

Em www.estamosprontos.com é possível encontrar todas as informações referentes à candidatura do PS Anadia. Lino Pintado diz que o site criado - “um instrumento bastante importante” -, pretende “interagir com os munícipes do concelho”.

O site apresenta alguns dos princípios subjacentes ao programa de candidatura à Câmara Municipal de Anadia. Mas “de acordo com o que apresentamos, esperamos receber contributos dos munícipes de forma a enriquecer esse programa. É este o convite que lançamos, para depois concluir o nosso programa”, explicou o candidato socialista à autarquia.

A “aposta clara e inequívoca num desenvolvimento do concelho que respeite a sua memória e identidade”, assim como dotar todas as freguesias de infra-estruturas básicas, “valorizar e optimizar o espaço em que vivemos; beneficiar a política ambiental em todas as decisões e servir a cultura dinamizando-a em todas e para todas as freguesias” são os princípios básicos presentes no site do PS Anadia, que deixa o apelo à participação da população.

Posteriormente será “avançada uma data para a apresentação eleitoral deste programa. Antes disso esperamos receber muitas sugestões dos anadienses”, frisou Lino Pintado.

 

Manuel Mariz é mandatário

O médico Manuel Mariz é o mandatário da candidatura socialista às autárquicas 2009. Por seu turno, Amílcar Oliveira, economista, é o mandatário financeiro.

Após serem conhecidos os primeiros quatro lugares à autarquia, o site revela a restante lista, por ordem de lugares: Francisco Casimiro é o número cinco; Vera Ferreira; Lígia Antunes, Pedro Andrade; Arminda Ferreira; Lurdes Ramalheira; Carlos Rangel, Dina Rosa; Alexandre Neto e o número 14, Mário Rui Paredes.

O site também revela os três primeiros lugares à Assembleia Municipal: Cardoso Leal (cabeça de lista); Lúcia Cêrca e Rui Marinha (número três, presidente da Concelhia).

Esta sexta-feira, dia 24, Lino Pintado garante que vão ser apresentados mais alguns nomes para a lista da Assembleia Municipal. E dia 5 de Agosto será a apresentação dos cabeças de lista candidatos às Juntas de Freguesia do concelho pelo PS.

 

 

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Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Junta de Freguesia de Mogofores (Anadia)

José Maria Ribeiro recandidata-se pelo PS

José Maria Ribeiro vai recandidatar-se pelo PS à Junta de Freguesia de Mogofores.

De acordo com Lino Pintado, vereador do PS na Câmara Municipal de Anadia e candidato à sua presidência, “o José Maria Ribeiro confirmou a boa aposta que o PS Anadia fez aquando da sua primeira candidatura. Foi um excelente presidente de Junta, promovendo várias obras de melhoramentos da sua freguesia e sempre focalizado nos problemas concretos das pessoas”.

Para Lino Pintado, José Maria conseguiu também ser o elo de ligação ideal entre a população e o poder central da autarquia: “Mogofores está melhor depois de José Maria Ribeiro ser presidente da Junta, mas ainda há trabalho a realizar. E ele precisa de pelo menos mais um mandato para concretizar o bom trabalho que iniciou. Estamos certos que o povo de Mogofores o vai reconhecer”.

 

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Domingo, 29 de Março de 2009

Encerramento da 3ª Universidade da Europa na Curia (Anadia)

Manuela Ferreira Leite acusa Governo de “incompetência”

Manuela Ferreira Leite, líder do PSD, veio à Curia acusar o Governo socialista de não ter sabido aproveitar os recursos e a solidariedade europeia “por incompetência”. A social-democrata falava durante o encerramento da terceira edição da Universidade da Europa da JSD, no dia 22, que se voltou a realizar na Curia, freguesia de Tamengos, concelho de Anadia, na sequência de uma candidatura apresentada pela JSD de Anadia.

Mas a presidente do PSD disse mais, referindo que essa incapacidade do Governo se revelou em todos os sectores, mas particularmente na agricultura: “Milhares de agricultores, de Norte a Sul de Portugal, viram-se privados de recursos a que tinham direito”, afirmou.

Ferreira Leite felicitou ainda os alunos desta terceira Universidade da Europa e a equipa liderada pelo deputado europeu Carlos Coelho, mentor da iniciativa.

“A presença dos alunos e a sua qualidade mostram bem o interesse que desperta a questão europeia. A Europa é a nossa casa. É lá que têm de ser elevados os patamares da qualidade de vida”, disse.

Pedro Rodrigues, presidente da JSD, também presente no encerramento da iniciativa, não deixou de lembrar que aquela é a única formação política em Portugal sobre a Europa.

 

 

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Domingo, 8 de Março de 2009

PS Anadia volta à carga na conquista da Câmara Municipal

Lino Pintado volta a ser o candidato dos “Rosas”

Como foi oportunamente divulgado pela Comissão Política do PS de Anadia, Lino Pintado é o candidato do Partido Socialista (PS) à Câmara Municipal de Anadia.

De acordo com a Concelhia local, a candidatura de Lino Pintado é justificada por uma lógica de coerência e de estabilidade, bem como pelo trabalho desenvolvido ao longo dos últimos quatro anos como vereador, em que, “mesmo em minoria e em condições difíceis, nunca cedeu na sua luta pelas decisões que melhor servissem o povo do nosso concelho”.

Este conjunto de factores “transmite-nos a certeza de que Lino Pintado é o único candidato capaz, juntamente com o Partido Socialista, de renovar o ambiente social, cultural e económico do concelho de Anadia, saturado e viciado por 35 anos de opções, erradas umas, ineficazes outras, tomadas pela actual maioria PSD na governação do município”, acusa a Comissão Política do PS Anadia.

Lino Pintado, 35 anos, é natural de Anadia. Licenciado em Direito, com escritório em Anadia, foi presidente do Anadia Futebol Clube (2000 a 2004). É membro do Conselho de Disciplina da Associação de Futebol de Aveiro e vereador da Câmara Municipal de Anadia em regime de não permanência.

 

 

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Quinta-feira, 5 de Março de 2009

Carlos Cabral apresenta recandidatura na Mealhada

“Se algum de nós for excluído, nenhum será candidato”

Carlos Cabral, actual presidente da Câmara Municipal da Mealhada, disse no dia 2 de Março aos jornalistas que só vai ser de novo candidato pelo PS à autarquia se toda a equipa com quem trabalha - os seus três vereadores e os seis presidentes de Juntas de Freguesia eleitos pelo PS - prosseguir, ou seja, se nenhum deles for excluído das listas a apresentar à Comissão Política Nacional do partido.

A acesa polémica foi gerada após Rui Marqueiro, presidente da Comissão Política Concelhia do PS local e presidente da Assembleia Municipal da Mealhada, se ter mostrado disponível para uma candidatura à Câmara Municipal nas autárquicas a realizar em Outubro.

“As próximas eleições no concelho estão a ser debatidas quase há quatro anos. Quando tomámos posse foi anunciado por alguém do PS que seria essa pessoa o próximo candidato à Câmara e que eu teria dito que este era o meu último mandato”, disse Cabral na conferência de Imprensa e desmentindo, no mesmo local onde dois dias antes Rui Marqueiro também esteve com os jornalistas, a quem, aliás, Cabral se referia, mas sem nunca utilizar o nome.

Carlos Cabral lembrou que as orientações da Comissão Política Nacional do PS são no sentido da recandidatura dos actuais autarcas, caso estes assim pretendam. Nesse sentido, revelou que em reunião recente com os órgãos distritais e nacionais “transmiti a intenção de candidatura da actual equipa”.

O presidente da Câmara da Mealhada - que se fez acompanhar dos vereadores socialistas e dos presidentes de Junta eleitos pelo partido, à excepção do de Antes, que teve uma consulta médica -, explicou aos jornalistas que se trata da recandidatura de toda a equipa do Executivo socialista, assim como dos seis presidentes de Junta eleitos pelo partido, anunciando que, entre todos, foi tomada a decisão de “sermos todos candidatos. Se algum de nós for excluído, nenhum será candidato”, garantiu.

Cabral justificava dizendo: “Sabemos de algumas situações que se têm passado que nos obrigam, entre nós, a nos candidatarmos todos ou nenhum”. O autarca acrescentou ainda que “só seremos candidatos pelo PS”, lembrando ter conhecimento de que os estatutos dizem que qualquer candidatura tem de passar pela Concelhia local. “Mas a Comissão Política da Mealhada tem de seguir as orientações da Nacional, que será soberana a decidir”.

O autarca afirmava que se hoje não há “grande Oposição, em termos de volume, no interior da Câmara, estranho uma Oposição que surge de fora, dentro do PS, desvalorizando sempre o nosso trabalho”.

E atirou: “O antigamente era bom. Houve quem ganhasse eleições comigo em segundo lugar. E se foi bom, eu também lá estava”, aludindo a Marqueiro.

Carlos Cabral afirmou ter conhecimento de estar a ser acusado de “falta de diálogo” e de “gestor de silêncios”. Mas “faço-o com consciência. Os meus silêncios por vezes são ensurdecedores. Esta equipa é coesa e homogénea. Estamos à disposição do PS e a responder à orientação do partido”, defendeu.

Questionado sobre a reintegração de 22 militantes do PS, que foram expulsos por integraram listas independentes contra o próprio partido - questão levantada por Rui Marqueiro -, Cabral garantiu que não se iria opor, “caso seja essa a vontade desses antigos militantes”, porque todas as pessoas são “recuperáveis”.

 

Mandato com muita obra feita

Cabral aproveitou a conferência de Imprensa para dar conta da “intensa actividade que a Câmara Municipal tem realizado neste mandato”, falando sobre o “forte investimento em equipamentos, jardins e espaços de lazer, para dar às pessoas melhor qualidade de vida”. A taxa de execução de investimento, de acordo com o autarca, ultrapassa os 90%.

Falando sobre o desemprego e apoiando-se em estatísticas, o autarca disse que a Mealhada é o segundo concelho menos mau do distrito de Aveiro, sendo considerado um dos 10 do país com maior equilíbrio e contenção no crédito: “Há cinco anos que não contraímos nenhum empréstimo e há três que passamos o 31 de Dezembro sem dever nada a empreiteiros nem a fornecedores”, rematou.

 

 

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Decisão final será tomada dia 20 de Março em reunião da Comissão Política local

Rui Marqueiro quer ser o candidato do PS à Câmara Municipal da Mealhada

Rui Marqueiro, presidente da Comissão Política Concelhia do PS da Mealhada e também da Assembleia Municipal, anunciou oficialmente, em conferência de Imprensa no sábado, dia 28 de Fevereiro, que vai ser o candidato à Câmara Municipal da Mealhada nas próximas autárquicas, caso a Concelhia que preside assim entenda.

Seguro de si, Marqueiro disse aos jornalistas que vai ser o candidato socialista à autarquia “se for essa a vontade da Comissão Política local”. E acrescentou ainda que “as instâncias nacionais nunca intervieram na Mealhada na escolha do candidato. Só se a votação não for clara se pode admitir que haja intervenção das instâncias nacionais”, afirmou.

O presidente da Comissão Política do PS da Mealhada sublinhou que vai respeitar sempre os estatutos do partido, aludindo às orientações da Comissão Nacional, que decidiu que todos os autarcas à frente de Câmaras Municipais devem recandidatar-se. Contudo, garantiu que não aceitará “nunca que sejam desrespeitadas as decisões da Comissão Política Concelhia, que deve ser sempre ouvida”.

Rui Marqueiro justificou ter tomado a decisão de apresentar-se disponível para ser candidato à autarquia mealhadense após conversações com Carlos Cabral, actual presidente da Câmara, para assim chegar a um terceiro nome a candidato. Mas dessas conversações diz nada ter resultado, porque o “camarada Carlos Cabral nunca me deu uma resposta clara sobre esta proposta”. E continuou: “Aliás, tem sido um excelente gestor de silêncios e, como tal, entendi que esse silêncio significa que a sua vontade é apresentar nova candidatura. Nesse cenário, entendo que estou em melhores condições para conquistar, de novo, a Câmara para o PS e apresento-me como candidato, se for essa a decisão do partido na Mealhada”.

A decisão final, de acordo com Rui Marqueiro, será tomada em reunião da Comissão Política Concelhia, agendada para o próximo dia 20 de Março.

Durante a Conferência de Imprensa, Marqueiro apresentou um discurso de “fazer de pazes” com os 22 militantes do PS expulsos há alguns anos - quando Cabral se candidatou sozinho -, defendendo o seu regresso ao partido.

Como argumentos para a candidatura usou a experiência acumulada ao longo dos anos que esteve afastado das lides autárquicas. De referir que Rui Marqueiro foi presidente da Câmara Municipal da Mealhada antes de Carlos Cabral, que está agora no segundo mandato.

“Sinto que sou capaz. Estou 20 anos mais velho, mas sinto-me com força para desempenhar as funções de presidente da Câmara, que sei que são espinhosas”, referiu, salientando ser hoje um homem “com mais experiência e conhecimento”, facto que justificou com a vivência no Centro de Estudos e Formação Autárquica do PS, como vice-presidente durante sete anos e agora como presidente daquele instituto público.

Rui Marqueiro afiançou que face ao cenário de crise, a sua principal prioridade será o combate ao desemprego, estando mesmo disposto a - caso fosse o presidente da autarquia -, “reservar quatro orçamentos da Câmara para combater este drama, nas actuais circunstâncias”.

O presidente da Concelhia do PS da Mealhada entende que actualmente “as condições que existem para governar a autarquia da Mealhada são muito melhores que aquelas que eu tive”, sublinhando que “é possível fazer ainda melhor”.

 

 

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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

Bronca da semana

JSD Mealhada acusa Executivo socialista de “inércia política”

No seguimento do seu plano de actividades, a Comissão Política Concelhia da JSD Mealhada colocou um novo “outdoor”, junto à rotunda de cruzamento das Estradas Nacionais Nº. 1 e Nº. 234, à saída da cidade e que dá acesso ao Luso.

A JSD Mealhada volta, assim, a apresentar-se com uma postura de intervenção, cumprindo uma função como “agente político concelhio, denunciando as notórias fragilidades do concelho da Mealhada existentes por inércia ou inoperância das políticas levadas a cabo pelo Executivo socialista, que preside à Câmara Municipal da Mealhada”, acusam os jovens social-democratas mealhadenses, em nota enviada à Imprensa.

A JSD Mealhada lamenta o facto de num concelho com tamanhas potencialidades o Executivo Municipal não ter qualquer estratégia para atracção de investimento, bem como para a fixação de empresas, factor fundamental para a criação de emprego e para a dinamização económica do concelho.

Ao contrário da realidade existente nos concelhos limítrofes, no da Mealhada a JSD local refere que a autarquia “não priorizou a existência de incubadoras de empresas nem de protocolos com estabelecimentos de ensino superior e investigação. Não estão protocolados apoios ou incentivos às pequenas e microempresas, nem existem zonas específicas com condições especiais para a instalação das mesmas”.

As Zonas Industriais de Barrô e Barcouço “não saiem do papel e os impostos praticados pela Câmara Municipal da Mealhada não são estipulados tendo em conta a conjuntura económica de excepção que vivemos actualmente, mantendo-se a derrama acima dos valores praticados pelos concelhos vizinhos”, acusam.

A JSD Mealhada, bem como outras associações e estruturas, afirmam que têm chamado repetidamente a atenção para estes aspectos, revelando toda a sua preocupação com os mesmos.

“Estamos menos desenvolvidos e competitivos que os nossos concelhos limítrofes. O concelho da Mealhada carece de uma estratégia clara e arrojada e que se tomem medidas eficazes no que diz respeito à fixação de empresas”.

“A Mealhada não quer continuar a perder!”, concluem os jovens social-democratas do concelho.

 

 

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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Assembleia Municipal de Anadia

Orçamento e Opções do Plano aprovados por maioria

O Orçamento e as Opções do Plano da Câmara Municipal de Anadia, para o ano de 2009, foram aprovados por maioria - com 27 votos a favor, três abstenções e cinco votos contra -, na sessão ordinária da Assembleia Municipal de Anadia, que teve lugar dia 29 de Dezembro.

Também o Orçamento e as Opções do Plano dos Serviços Municipalizados de Anadia, para 2009, foram igualmente aprovados por maioria, com 27 votos a favor e cinco abstenções, não tendo nenhum deputado votado contra.

Estes foram os últimos documentos a ser discutidos e votados antes das próximas eleições autárquicas, o que levou a Oposição socialista a criticar severamente o Orçamento, fazendo um “balanço negativo à política feita pelo PSD no concelho de Anadia”.

Litério Marques, presidente da Câmara Municipal de Anadia, na apresentação da proposta de Orçamento para a autarquia, disse ter sido questionado pela Oposição por tratar-se de um documento “igual aos outros”. E defendeu que “o anterior era bom, porque deu a possibilidade de poder fazer alguma coisa”.

“Cheguei a ter medo de não ter dinheiro para o Orçamento”, confidenciou Litério Marques, afirmando que apesar de tudo, o documento para 2009 ainda soma uma quantia superior à do ano transacto. “Já temos obras com financiamentos aprovados e outras em vias disso, que somadas dão exactamente esse número de 28 milhões de euros”.

Litério Marques garantiu não ter sido o Velódromo Nacional de Sangalhos o responsável pelos números do Orçamento, “porque estamos a pagá-lo todos os dias. A nossa parte, que corresponde à Câmara, está quase liquidada. E não queremos continuar a penalizar a autarquia. O dinheiro que vai chegar será para repor metade do que já pagámos e ainda fica a faltar outro tanto”, disse.

O edil anadiense referiu ainda que as várias obras, na maioria com números indicativos, devem-se ao facto de “não querermos criar problemas a fornecedores e empreiteiros. Como são situações que ainda estamos a tratar, não colocámos o valor da obra, mas sim números indicativos. Ainda não sei valores para alguns centros escolares. A regeneração urbana do centro urbano de Anadia é outro exemplo”.

 

Revisão orçamental

Litério Marques admitiu que ao colocar valores reais, “que o vão ser no futuro”, teria “quatro ou cinco milhões a mais”. E disse: “Preferimos fazer alterações orçamentais. Fazer a revisão, que a lei prevê, sempre que haja alteração de entrada ou saída de dinheiro”.

O autarca referiu também não haver razões para acusar o Orçamento como sendo de “política eleitoralista”, porque “é o que temos. Não esqueci as Juntas de Freguesia. Reforcei os subsídios, que muitas Câmaras Municipais nem sequer atribuem. Este é um orçamento de continuidade”, rematou.

Foi Cardoso Leal, da bancada do PS, que começou por tecer as primeiras críticas ao Orçamento para a Câmara, admitindo ser de continuidade e com “a mesma lógica de anos anteriores”, sendo essa a razão que levou a Oposição a criticá-lo e a votar contra.

 

Pouco investimento

“Em anos anteriores dissemos que esta Câmara Municipal investe pouco. Na questão do saneamento continuamos a ver as verbas serem reduzidas, com uma cobertura de 21% da população relativamente a ETAR’s, comparativamente aos 95% do concelho da Mealhada”, disse Cardoso Leal, baseando-se em números recolhidos do INE recentemente. “O atraso é significativo em relação aos concelhos vizinhos”, continuou.

O socialista prosseguiu com as críticas ao documento, falando agora das Zonas Industriais (ZI) e afirmando que neste campo o concelho “está atrasado, tanto em termos de captação de empresas como de emprego”.

Apesar de tudo isto, Cardoso Leal sublinhou que “as transferências de capital do Estado aumentaram de 17 para 19 milhões de euros, não tendo o Governo esquecido Anadia”.

Posto isto, Cardoso Leal disse que não seria possível modificar o sentido do voto (contra), que a bancada socialista tem sempre mantido. “Esta política, que tem sido levada a cabo pelo PSD local, tem deixado atrasar o concelho de Anadia em relação aos vizinhos”, acusou.

“Há um quadro com o nome de ‘Actividades mais relevantes para 2009’. Estava à espera de rubricas que enchessem o olho, mas verificámos apenas despesas de rubricas minúsculas... Isto é que são as actividades mais relevantes? Alguma coisa não está bem. O nosso voto é contra este Orçamento para 2009”, concluiu.

Da bancada socialista, também Álvaro Pereira disse que este documento foi “feito na linha dos anteriores, ligado ao que aconteceu no passado”. Admitiu que tanto o Velódromo Nacional como o centro escolar de Arcos são obras importantes. Mas que sendo 56% a receita de capital e 47% da despesa de investimento só para estas duas rubricas é “um exagero”. Sobre as transferências para as Juntas de Freguesia, Álvaro Pereira defendeu ser importante. “Mas desta vez foram mais 40%. E nos outros anos? Também não era importante?”, questionou.

 

Um orçamento a repetir pelo quarto ano consecutivo

Em resposta a ambos, Litério Marques frisou tratar-se de um Orçamento de “continuidade, que vamos tentar fazer pelo quarto ano. Vamos tentar segui-lo. Esta é a nossa política, não a vossa”.

O autarca disse que o PSD “não é melhor que os outros”, mas tem provado que este tipo de orçamentos “dá resultados na Câmara de Anadia”. Sobre as críticas ao aumento das despesas correntes com pessoal, Litério Marques justificou que só na área da Educação são 70 pessoas. “São despesas correntes que competiam ao Governo, que delegou nas autarquias. E somos nós quem tem de arcar com tudo”, explicou.

Em resposta a Cardoso Leal, o autarca disse que todos os dias andam três brigadas por administração directa a fazer saneamento no concelho. “E se não temos mais é porque o seu Governo ainda não abriu fundos comunitários para nos candidatarmos ao saneamento”.

António Silva, do PSD, lembrou que Litério Marques já se tinha pronunciado sobre as transferências de capital, considerando-as “presentes envenenados”, porque para haver ganhos “o Governo tinha de reduzir a responsabilidade das autarquias”, tomando como exemplo as transferências de competências.

O PSD votou favoravelmente, sendo o Orçamento para a Câmara aprovado por maioria, com 27 votos. O PS votou com cinco votos contra. João Morais (CDU), António Cavadas (CDS) e José Maria Ribeiro (PS) abstiveram-se.

Sobre o Orçamento e as Opções do Plano dos Serviços Municipalizados de Anadia, Litério Marques disse que o facto de não ter sido aprovado por unanimidade “não é suficiente para o desvalorizar. Trata-se de um Orçamento minúsculo, comparado com o da Câmara, é de fácil interpretação e está na base do que foi dito para o documento da autarquia”.

José Carlos Coelho (PS) falou com agrado da descida das horas extraordinárias, em 30%, “uma situação que já tinha sido aqui discutida”.

O Orçamento para os Serviços foi aprovado por maioria, com 27 votos a favor e cinco abstenções do PS.

 

 

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Domingo, 23 de Novembro de 2008

Encerramento da 2ª Universidade da Europa, na Curia

Manuela Ferreira Leite acusa Governo de “oportunismo”

Manuela Ferreira Leite, líder do PSD, veio à Curia acusar o Governo socialista de “oportunismo” no atraso da entrada de verbas comunitárias. A social-democrata falava durante o encerramento da segunda edição da Universidade da Europa da JSD, no dia 16, que este ano se realizou na Curia, freguesia de Tamengos, concelho de Anadia, na sequência de uma candidatura apresentada pela JSD de Anadia.

A presidente do PSD começou por enaltecer a segunda edição da iniciativa, referindo a selecção que foi feita entre todos os participantes, o que revela uma preocupação de qualidade. “Estão todos de parabéns pelo empenho em querer aprofundar conhecimentos sobre a União Europeia. São sementes que vão ter repercussões daquilo que é o projecto europeu”, afirmou, acrescentando tratar-se de uma iniciativa que dignifica o próprio PSD, que tem sido desde sempre “um partido europeísta. Num mundo cada vez mais global, não seria possível vivermos longe da Europa”.

A antiga ministra das Finanças do Governo de Durão Barroso disse que “a maior parte dos nossos concidadãos não sabem que à sua cidadania nacional acresce a europeia. Para muitos portugueses, falar de integração europeia é quase só falar de fundos comunitários”. E continuava: “Ainda não entraram quaisquer contribuições a que temos direito neste novo quadro comunitário” de apoio. “Podem alguns imaginar que a culpa é da burocracia de Bruxelas, quando se trata de oportunismo e ineficácia dos nossos responsáveis”, atirou.

Manuela Ferreira Leite referia que a integração europeia faz parte dos “interesses estratégicos de Portugal”, quando acusou o Executivo de José Sócrates de estar a prestar o “pior serviço” à ideia de que a Europa significa “acesso a fundos comunitários e política agrícola”.

No que diz respeito à política agrícola e das pescas, a presidente do PSD considerou que a acção do Governo do PS tem sido praticada por um dos ministro que “mais se esforça por exercer o poder à semelhança do engenheiro José Sócrates, hostilizando tudo e todos, humilhando os agricultores, sem diálogo, retaliando sobre as organizações que o criticam e governando, essencialmente, para os jornais”, afirmou.

Ferreira Leite chegou mais longe, dizendo que após três anos de Governo “ninguém consegue identificar uma acção positiva do sector da agricultura ou das pescas. Tudo o que o ministro da Agricultura fez até agora foi destruir e desmotivar o Ministério onde impera o caos e o medo”.

 

 

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