Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Casa da Cultura de Oliveira do Bairro causa mossa durante reunião do Executivo

Leontina Novo defende que equipamento não deveria ser instalado no velho quartel dos Bombeiros Voluntários

A futura Casa da Cultura de Oliveira do Bairro fez alguma mossa durante a reunião do Executivo camarário de ontem, dia 24 de Setembro. Leontina Novo, vereadora da Oposição (CDS-PP), absteve-se na votação do projecto de arquitectura daquele equipamento, por não concordar com a sua localização.

A Casa da Cultura vai nascer da requalificação do velho quartel dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro, no centro da cidade. O vereador Joaquim Santos lembrou da aprovação do anteprojecto, em 31 de Julho de 2008, explicando que agora seria vez de aprovar o projecto de arquitectura.

Já Mário João Oliveira, presidente da Câmara Municipal, sublinhou ser grande objectivo do Executivo dotar a cidade com uma infra-estrutura que permita ter “um salão, um anfiteatro, um auditório polivalente, com cerca de 500 lugares, que possa responder com qualidade ao mais variado tipo de espectáculos, sejam teatro, concertos ou outros”. O autarca lembrou que também o “velho quartel será assim requalificado”.

O presidente da Câmara fez saber que o projecto “está desde a primeira hora” incluído num pacote do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), sendo que a contratualização tem o valor de 2 milhões e 200 mil euros.

Joaquim Santos explicou que o que seria submetido ao QREN era o projecto de arquitectura. Para tal foi necessário “afinar o número de lugares e valências agregadas”.

 

Casa da Cultura vai ter 480 lugares

O número definitivo de lugares da nova Casa da Cultura de Oliveira do Bairro é de 480, estando a infra-estrutura destinada para valências como teatro, dança, cinema, conferências. “Entre o anteprojecto e este fizeram-se as afinações necessárias. Vamos aprovar o projecto de forma definitiva, para o levar à candidatura do QREN e avançar para os projectos de especialidade”, referiu Joaquim Santos.

Leontina Novo disse que, não sendo contra ter uma Casa da Cultura no concelho, não concordava com a sua localização. “Entendo que seria uma oportunidade para recuperar a antiga Cerâmica Rocha. Com 2 milhões e 200 mil euros do QREN, a recuperação da cerâmica podia ser enquadrada no projecto. É uma oportunidade que se perdeu para requalificar aquele património”, frisou a vereadora.

“Podíamos ter conjugado os dois esforços, recuperando a antiga cerâmica e instalando lá a Casa da Cultura”, rematou Leontina Novo. O projecto de arquitectura foi aprovado por maioria, com a abstenção da vereadora popular.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 08:57

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