Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

“Recortes de História” inaugura no sábado

João Venâncio Marques doa espólio com milhares de notícias recortadas à Misericórdia de Anadia

No próximo sábado, dia 20 de Fevereiro, vai inaugurar, numa das salas do Museu José Luciano de Castro - Palacete Seabra de Castro, em Anadia, pelas 15 horas, a exposição “Recortes de História”, da autoria de João Venâncio Marques.

O autor, natural da cidade de Anadia, com 77 anos de idade vai expor no referido espaço museológico, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Anadia (SCMA), a sua colecção particular com alguns dos mais significativos “Recortes de História”, retirados de jornais, que colecciona.

Possuidor de um arquivo de documentos jornalísticos, que foi reunindo ao longo dos anos e que reflectem a história e memória colectiva, no fundo o passado de Anadia e de pessoas do concelho, João Venâncio Marques vem agora dar a conhecer à população essas “relíquias” que tanto estima.

“Trata-se de um espólio de alta importância, dedicado a um espaço, que marca uma actividade cultural, a riqueza de um património, que dá a conhecer uma grande parte da minha vida”, explicou o autor.

E foi com apenas 11 anos que João Venâncio Marques iniciou esta actividade de coleccionador de recortes de jornais, sem “destino definido, mas já com a veia de ‘esfrangalhar’ jornais”, admite. E estes recortes dizem todos respeito a “tudo aquilo que fosse alusivo a Anadia e à Bairrada e suas gentes, não colocando de parte outras notícias que achasse de interesse”.

É no seio destes princípios que instituições como a SCMA, a Banda de Música, Bombeiros Voluntários de Anadia, Anadia Futebol Clube, APPACDM entre outras, mas também individualidades como Fausto Sampaio, Rodrigues Lapa, Manuel Alves, o ex-treinador do Benfica Toni, o “Fernandito” (Fernando Pina) do Anadia ou José Iglésias ganham personalidade nos recortes, indo ao encontro dos objectivos do autor.

Um trabalho considerado “digno e enriquecedor”, apreciado e valorizado por muitos alunos, “alguns deles em carteira universitária, mas também por historiadores, sendo alguns de renome e que consideram este um serviço extraordinário e de grande utilidade”, afiançou João Venâncio Marques.

Há mais de 65 anos que o autor desenvolve esta actividade, “permanentemente e de forma inesgotável”, sobre um tema “que não tem fim”. A entrega do espólio, devidamente legalizado, à SCMA é fruto de um anseio pela abertura e colaboração “nunca negada pela instituição”, que se alia à Biblioteca José Luciano de Castro.

 

 

publicado por quiosquedasletras às 09:44

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